O leitor do Blog PALAVRAS ACESAS, enviou uma importante contribuição para este espaço, a qual agradeço.
Falar em segurança abrange muitos aspectos, e o Sr. Carlos chama a atenção para a segurança dos pedestres na RJ 216, que na minha compreensão, vai além do período dos festejos de Santo Amaro. A RJ 216, que liga o centro de Campos a Farol de São Tomé carece de melhorias em sua sinalização, como também blitz mais frequentes a fim de inibir a circulação de motoristas sem habilitação,colocando em risco tanto a sua vida quanto a de terceiros.
No caso específico dos romeiros que vêm para Santo Amaro neste período, muitas medidas deveriam ser tomadas a fim de garantir a integridade física dessas pessoas.
Infelizmente a preocupação do leitor se confirmou com o registro de atropelamento de uma pessoa neste dia, no trajeto da Estrada do Açúcar em direção a Santo Amaro
Caríssima Graciete,
Meu comentário foge da pauta segurança no Farol, mas tem haver com segurança das pessoas.
Entre 10:30 e 11:30hs percorri a estrada entre Farol e a Cidade, e vi mais de 1.000 pessoas caminhando para Santo Amaro, com sérios riscos de acidente(se um carro desgoverna, atinge grupos de até 30 pessoas).
Não sei sua opinião, mas acredito que
o poder público deveria sinalizar melhor a Estrada do Açucar neste dia, concorda?
Um abraço,
Carlos.
domingo, 17 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
ESTADO PAGA FÉRIAS
Nesta sexta-feira,dia 15/01, a SEPLAG estará efetuando o pagamento de 1/3 de férias dos profissionais de educação lotados em unidades escolares, e que estão no mês de janeiro, em pleno exercício das férias escolares.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
PRESENÇA DA PM NO FAROL DE SÃO TOMÉ
A presença da PM, e o aumento de seu contigente, já pode ser observada no Farol. Ontem à tarde, por exemplo,haviam duas viaturas próximas ao portal de entrada,com muitos policiais militares fazendo blitz.
Isso é positivo. Pena que essas medidas só tenham chegado depois do pânico vivido pela população. Mesmo com essas ações iniciadas, as pessoas continuam inseguras. Ficou uma marca que está dificil de se desfazer e só o tempo e SEGURANÇA PÚBLICA initerrupta poderão apagar.
Isso é positivo. Pena que essas medidas só tenham chegado depois do pânico vivido pela população. Mesmo com essas ações iniciadas, as pessoas continuam inseguras. Ficou uma marca que está dificil de se desfazer e só o tempo e SEGURANÇA PÚBLICA initerrupta poderão apagar.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
UMA REFLEXÃO NECESSÁRIA
Os problemas com relação a SEGURANÇA vem, há algum tempo, afligindo a população campista. O município de Campos tem a cada ano, aumentado o número de homicídios, assaltos, sequestros relâmpagos, roubos de automóveis, etc.
Não há dúvida, de que neste momento, tudo veio à tona da maneira mais desodernada possível na única praia campista, causando verdadeiro pânico na população, acostumada a se deslocar com a família para passar as férias escolares, onde as crianças e adolescentes sempre puderam desfrutar de maior liberdade.
Entretanto, os últimos acontecimentos deixam claro que uma mudança brusca ocorreu, de maneira acelerada, deixando à todos inconformados com a situação. O que é natural e salutar para influenciar as mudanças necessárias. É preciso sim indignar-se e denunciar o que prejudica a maioria.
Este Blog tem recebido inúmeros comentários, de pessoas que atribuem o aumento da viloência no Farol ao programa do governo municipal em universalizar o acesso através da passagem de R$ 1,00. Quem pensa assim está em seu pleno direito de manifestar-se. Esse programa da passagem de R$1,00 merece uma análise mais aprofundada.
Não podemos afirmar que a passagem de R$1,00 é uma coisa ruim, mais o povo tem chegado à conclusão de que se por um lado houve a intenção do governo municipal em universalizar o acesso para todos,em contrapartida não foi criada nenhuma política pública para garantir a universalização da SEGURANÇA PÚBLICA também para todos. Essa é uma falha desse projeto que hoje toda a população antes iludida, está constatando de maneira traumática.
Outro aspecto, que desde o ínicio deste projeto estamos chamando a atenção, é para o que está imbutido neste programa da passagem de R$1,00, ou seja, não é nada barato para a população, já que somos nós que pagamos, e caro, por isso. Hoje temos a passagem de R$1,00, entretanto pagamos uma taxa de iluminação pública de R3,50 por residência e R$10,00 por prédio comercial,e nem sempre podemos contar esse serviço.
E ainda, temos uma situação que considero grave, que é o da transferência de verba pública para a iniciativa privada. Defendemos sim, a criação de uma EMPRESA MUNICIPAL DE TRANSPORTES, para garantir a mobilidade gratuita aos estudantes, idosos e aos portadores de necessidades especiais como também preço acessível aos demais usuários. Isso é defender uma política pública para o setor de transportes coletivo,com investimento público numa empresa pública com criação de novos postos de trabalho.
Quem trata o dinheiro público como se não tivesse dono, é no mínimo inconsequente. O dinheiro público é do povo e tem que ser usado em políticas públicas destinadas ao povo e não para favorecimentos do grupo de amigos, que assumem o compromisso de reverter as benesses recebidas em doações para as campanhas eleitorais. Isso só serve para sustentar um ciclo vicioso em detrimento das necessidades da população.
Os benefícios da criação de uma EMPRESA MUNICIPAL DE TRANSPORTES seriam imediatos a fim de regular o setor. Os donos de empresas alegam que o mal atendimento à população, e sucateamento de sua frota se deve à gratuidade dos estudantes, idosos e portadores de necessidades especiais. Se o poder público garante a mobilidade gratuita destes,investindo numa empresa municipal, esse argumento deixa de existir e os empresários não terão outra saída, se quiserem sobreviver no setor, de criar meios de melhorar o serviço para atender à população. O setor de transportes se regularia por si,sem que para isso os preços das passagens tivessem que ser obrigatoriamente majorados.
Ora, senhores! O que não dá é para cobrir um "santo" descobrindo o outro. O governo municipal transfere uma grande quantia de dinheiro público para a iniciativa privada, ou seja, e esquece de investir em políticas para garantir a SEGURANÇA da população, haja vista, o que vem acontecendo na praia de Farol de São Tomé.
TRANSPORTE PARA TODOS, COM O COMPROMISSO DE GARANTIR A SEGURANÇA PÚBLICA PARA TODOS!
VIOLÊNIA NO FAROL NUNCA MAIS!!!
Não há dúvida, de que neste momento, tudo veio à tona da maneira mais desodernada possível na única praia campista, causando verdadeiro pânico na população, acostumada a se deslocar com a família para passar as férias escolares, onde as crianças e adolescentes sempre puderam desfrutar de maior liberdade.
Entretanto, os últimos acontecimentos deixam claro que uma mudança brusca ocorreu, de maneira acelerada, deixando à todos inconformados com a situação. O que é natural e salutar para influenciar as mudanças necessárias. É preciso sim indignar-se e denunciar o que prejudica a maioria.
Este Blog tem recebido inúmeros comentários, de pessoas que atribuem o aumento da viloência no Farol ao programa do governo municipal em universalizar o acesso através da passagem de R$ 1,00. Quem pensa assim está em seu pleno direito de manifestar-se. Esse programa da passagem de R$1,00 merece uma análise mais aprofundada.
Não podemos afirmar que a passagem de R$1,00 é uma coisa ruim, mais o povo tem chegado à conclusão de que se por um lado houve a intenção do governo municipal em universalizar o acesso para todos,em contrapartida não foi criada nenhuma política pública para garantir a universalização da SEGURANÇA PÚBLICA também para todos. Essa é uma falha desse projeto que hoje toda a população antes iludida, está constatando de maneira traumática.
Outro aspecto, que desde o ínicio deste projeto estamos chamando a atenção, é para o que está imbutido neste programa da passagem de R$1,00, ou seja, não é nada barato para a população, já que somos nós que pagamos, e caro, por isso. Hoje temos a passagem de R$1,00, entretanto pagamos uma taxa de iluminação pública de R3,50 por residência e R$10,00 por prédio comercial,e nem sempre podemos contar esse serviço.
E ainda, temos uma situação que considero grave, que é o da transferência de verba pública para a iniciativa privada. Defendemos sim, a criação de uma EMPRESA MUNICIPAL DE TRANSPORTES, para garantir a mobilidade gratuita aos estudantes, idosos e aos portadores de necessidades especiais como também preço acessível aos demais usuários. Isso é defender uma política pública para o setor de transportes coletivo,com investimento público numa empresa pública com criação de novos postos de trabalho.
Quem trata o dinheiro público como se não tivesse dono, é no mínimo inconsequente. O dinheiro público é do povo e tem que ser usado em políticas públicas destinadas ao povo e não para favorecimentos do grupo de amigos, que assumem o compromisso de reverter as benesses recebidas em doações para as campanhas eleitorais. Isso só serve para sustentar um ciclo vicioso em detrimento das necessidades da população.
Os benefícios da criação de uma EMPRESA MUNICIPAL DE TRANSPORTES seriam imediatos a fim de regular o setor. Os donos de empresas alegam que o mal atendimento à população, e sucateamento de sua frota se deve à gratuidade dos estudantes, idosos e portadores de necessidades especiais. Se o poder público garante a mobilidade gratuita destes,investindo numa empresa municipal, esse argumento deixa de existir e os empresários não terão outra saída, se quiserem sobreviver no setor, de criar meios de melhorar o serviço para atender à população. O setor de transportes se regularia por si,sem que para isso os preços das passagens tivessem que ser obrigatoriamente majorados.
Ora, senhores! O que não dá é para cobrir um "santo" descobrindo o outro. O governo municipal transfere uma grande quantia de dinheiro público para a iniciativa privada, ou seja, e esquece de investir em políticas para garantir a SEGURANÇA da população, haja vista, o que vem acontecendo na praia de Farol de São Tomé.
TRANSPORTE PARA TODOS, COM O COMPROMISSO DE GARANTIR A SEGURANÇA PÚBLICA PARA TODOS!
VIOLÊNIA NO FAROL NUNCA MAIS!!!
domingo, 10 de janeiro de 2010
POSTO AVANÇADO DA 134º DP NO FAROL
A intenção do Comando da Polícia Civil, de instalar um posto avançado da 134º DP no Farol, além da grande importância no combate a violência , serve também como garantia de que a maioria das ocorrências sejam registradas.
Ocorre que a distância do Farol em relação ao centro da cidade, impõe uma dificuldade para que isso seja feito. Muitas das vezes, as pessoas vítimas de assaltos e agressões têm dificuldade em sair do Farol para registrar a queixa, considerando a demanda de tempo para para esse deslocamento.
O ideal é que a 134º DP mantenha este posto avançado para além da temporada de veraneio. Seria uma medida eficaz para atender a demanda dos moradores do Farol e da baixada campista.
Ocorre que a distância do Farol em relação ao centro da cidade, impõe uma dificuldade para que isso seja feito. Muitas das vezes, as pessoas vítimas de assaltos e agressões têm dificuldade em sair do Farol para registrar a queixa, considerando a demanda de tempo para para esse deslocamento.
O ideal é que a 134º DP mantenha este posto avançado para além da temporada de veraneio. Seria uma medida eficaz para atender a demanda dos moradores do Farol e da baixada campista.
PARABÉNS À POLÍCIA CIVIL E AO COMANDO DA PM
Surge uma possibilidade verdadeira para garantir a SEGURANÇA no Farol. De acordo com publicação do Blog do Ricardo André, a Polícia Civil e o comando da PM vão empreender todos os esforços para que isso aconteça. O povo campista merece! E antes tarde do que nunca!
Notícia do site Campos24h:
A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, recebeu na manhã deste domingo, em sua casa, o novo comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Campos), tenente coronel Gilmar Barros dos Reis, que prometeu reforçar o policiamento na praia campista, após o incidente na noite de sábado (09/01). Rosinha também conversou novamente pelo telefone com o vice-governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o chefe da Polícia Civil, Alan Turnowski, que, a partir desta semana vai instalar um posto avançado da 134ª Delegacia de Polícia (DP/Centro) no Farol.
Rosinha voltou a falar da ausência de policiamento ostensivo da Polícia Militar durante o show do cantor Rodriguinho, quando, segundo a prefeita, havia apenas quatro militares para um universo de 60 mil pessoas. “Até o trailer localizado na área dos shows estava sem policiais”, ressaltou.Durante a reunião com o novo comandante do 8º BPM, Rosinha disse que solicitou operações na Rodovia RJ-216, a Campos/Farol, em conjunto com o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), responsável pela fiscalização da estrada. “É preciso que a Polícia esteja equipada com detectores de metais para retirar as armas de fogo de circulação. Caso seja necessário, a Guarda Civil Municipal vai comprar os detectores e auxiliar a PM com o equipamento”, disse a prefeita.
Postado por Ricardo André Vasconcelos às 14:02
Notícia do site Campos24h:
A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, recebeu na manhã deste domingo, em sua casa, o novo comandante do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM/Campos), tenente coronel Gilmar Barros dos Reis, que prometeu reforçar o policiamento na praia campista, após o incidente na noite de sábado (09/01). Rosinha também conversou novamente pelo telefone com o vice-governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o chefe da Polícia Civil, Alan Turnowski, que, a partir desta semana vai instalar um posto avançado da 134ª Delegacia de Polícia (DP/Centro) no Farol.
Rosinha voltou a falar da ausência de policiamento ostensivo da Polícia Militar durante o show do cantor Rodriguinho, quando, segundo a prefeita, havia apenas quatro militares para um universo de 60 mil pessoas. “Até o trailer localizado na área dos shows estava sem policiais”, ressaltou.Durante a reunião com o novo comandante do 8º BPM, Rosinha disse que solicitou operações na Rodovia RJ-216, a Campos/Farol, em conjunto com o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRv), responsável pela fiscalização da estrada. “É preciso que a Polícia esteja equipada com detectores de metais para retirar as armas de fogo de circulação. Caso seja necessário, a Guarda Civil Municipal vai comprar os detectores e auxiliar a PM com o equipamento”, disse a prefeita.
Postado por Ricardo André Vasconcelos às 14:02
"ESTE ANO NÃO VAI SER IGUAL AQUELE QUE PASSOU..."
Diante de tantas evidências de que a segurança no Farol está demasiadamente frágil, é inaceitável que o governo municipal queira convencer a população de que se tratam de fatos isolados. Isso é banalizar a violência e a vida das pessoas.
Comparar o aparato da segurança pessoal da família da Prefeita com o que tem sido oferecido à população do Farol, que é de aproximadamente 200 mil pessoas nos fins de semana, significa no mínimo substimar o povo.
Não basta o governo negar, nem querer esconder o lixo debaixo do tapete. É preciso agir, e rápido.
Comparar o aparato da segurança pessoal da família da Prefeita com o que tem sido oferecido à população do Farol, que é de aproximadamente 200 mil pessoas nos fins de semana, significa no mínimo substimar o povo.
Não basta o governo negar, nem querer esconder o lixo debaixo do tapete. É preciso agir, e rápido.
SHOW DE TERROR NO FAROL DE SÃO TOMÉ
PRAÇA DE GUERRA. É esta a impressão das pessoas que, ontem à noite, assistiam ao show de Rodriguinho no Farol.
De acordo com os relatos de muitos que lá estavam, houve tiroteio em vários pontos que deixou um morto, duas pessoas, uma criança e um adulto, com ferimentos causados pelas balas,além de muitos feridos devido ao corre-corre em que pessoas foram pisoteadas.
O clima nada tranquilo, deixou os moradores e veranistas em pânico. Sinal de que a SEGURANÇA não estava à altura da gravidade dos fatos ocorridos. Durante toda a semana que passou, (esta Blogueira e alguns setores da imprensa local) fomos intransigentes na abordagem dos problemas que afetaram a população do Farol no fim de semana da virada,como prenuncio de que a situação poderia piorar.
Algumas medidas foram tomadas pelo poder público local, tais como instalação de câmeras, uma presença ostensiva da Guarda Municipal, provida de mais ferramentas como viaturas, bicicletas e quadriciclos, entretanto ficou ainda a desconfiança de que essas ações não coadunadas com a Polícia Militar e Polícia Civil poderiam fracassar. E foi o que aconteceu.
Se o poder público se sente incapaz de garantir a segurança aos moradores e veranistas do Farol, não haverá outra saída senão cancelar a agenda de shows neste verão. É isso, requisitar ao governo estadual uma UPP ou contabilizar um índice alarmante da violência em Campos à partir do Farol.
De acordo com os relatos de muitos que lá estavam, houve tiroteio em vários pontos que deixou um morto, duas pessoas, uma criança e um adulto, com ferimentos causados pelas balas,além de muitos feridos devido ao corre-corre em que pessoas foram pisoteadas.
O clima nada tranquilo, deixou os moradores e veranistas em pânico. Sinal de que a SEGURANÇA não estava à altura da gravidade dos fatos ocorridos. Durante toda a semana que passou, (esta Blogueira e alguns setores da imprensa local) fomos intransigentes na abordagem dos problemas que afetaram a população do Farol no fim de semana da virada,como prenuncio de que a situação poderia piorar.
Algumas medidas foram tomadas pelo poder público local, tais como instalação de câmeras, uma presença ostensiva da Guarda Municipal, provida de mais ferramentas como viaturas, bicicletas e quadriciclos, entretanto ficou ainda a desconfiança de que essas ações não coadunadas com a Polícia Militar e Polícia Civil poderiam fracassar. E foi o que aconteceu.
Se o poder público se sente incapaz de garantir a segurança aos moradores e veranistas do Farol, não haverá outra saída senão cancelar a agenda de shows neste verão. É isso, requisitar ao governo estadual uma UPP ou contabilizar um índice alarmante da violência em Campos à partir do Farol.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
SEGURANÇA NO FAROL DE SÃO TOMÉ
Os moradores e veranistas do Farol estão apreensivos neste fim de semana, depois do terror da virada de ano, com pessoas baleadas, assaltos, espancamentos, etc.
Acompanhamos as notícias veiculadas na imprensa durante os últimos dias. em que consta que haverá reforços na segurança no Farol, tais como aumento do efetivo da Guarda Municipal, que circularão em toda a extensão da praia em maior número de viaturas, bicicletas e quadriciclos.
Falta saber se a Polícia Militar, sob novo comando em Campos, estará também com o seu contigente presente no Farol. Afinal eles são a polícia armada e cabe a eles o poder de prisão.
Garantia de segurança à população é um questão que deve ser tratada com seriedade, pois está diretamente ligada a preservação da vida das pessoas, que consiste em patrimônio inalienável e inafiançável.
Esperamos que os tristes episódios recentemente ocorridos no Farol não se repitam.
Acompanhamos as notícias veiculadas na imprensa durante os últimos dias. em que consta que haverá reforços na segurança no Farol, tais como aumento do efetivo da Guarda Municipal, que circularão em toda a extensão da praia em maior número de viaturas, bicicletas e quadriciclos.
Falta saber se a Polícia Militar, sob novo comando em Campos, estará também com o seu contigente presente no Farol. Afinal eles são a polícia armada e cabe a eles o poder de prisão.
Garantia de segurança à população é um questão que deve ser tratada com seriedade, pois está diretamente ligada a preservação da vida das pessoas, que consiste em patrimônio inalienável e inafiançável.
Esperamos que os tristes episódios recentemente ocorridos no Farol não se repitam.
"ISSO NÃO POOOOOOODE"
Os seres humanos, desde o nascimento, são chamados a fazer escolhas. O bebê se expressa através do choro quando algo não está bem e sorri quando se sente confortável.
Na vida adulta, a cada segundo, se apresentam mil possibilidades e situações, como não é possível fazer tudo a um só tempo, fazemos escolhas de acordo com nossas características e experiências pessoais.
Se seguimos este ou aquele caminho, é fruto de nossas escolhas. Nossas bandeiras de luta, são escolhas, e por aí vai.
Àqueles que óptam por ficar em cima do muro,é porque assim escolheram. Trata-se dos oportunistas , que ficam esperando para ver em que direção o vento vai soprar para então decidirem para que lado devem ir, com o propósito de tirar vantagens pessoais e se dar bem, sempre.
Para estes, que acendem uma vela para deus e outra para o diabo, pouco importa.
ISSO NÃO POOOOOOODE!!!
Na vida adulta, a cada segundo, se apresentam mil possibilidades e situações, como não é possível fazer tudo a um só tempo, fazemos escolhas de acordo com nossas características e experiências pessoais.
Se seguimos este ou aquele caminho, é fruto de nossas escolhas. Nossas bandeiras de luta, são escolhas, e por aí vai.
Àqueles que óptam por ficar em cima do muro,é porque assim escolheram. Trata-se dos oportunistas , que ficam esperando para ver em que direção o vento vai soprar para então decidirem para que lado devem ir, com o propósito de tirar vantagens pessoais e se dar bem, sempre.
Para estes, que acendem uma vela para deus e outra para o diabo, pouco importa.
ISSO NÃO POOOOOOODE!!!
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
"NOSSO POVO CONTINUARÁ RESISTINDO ÀS TROPAS DE OCUPAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS"
Escrito por Carlos Aznárez
Em entrevista, o dirigente do Comitê Democrático Haitiano, Henry Boisrolin, denuncia a ocupação militar que seu país sofre na atualidade, situação da qual são cúmplices vários países da América Latina.
Resumo Latino-americano – Na América Latina há um país que não só foi o primeiro a livrar-se, mas também foi o país que ajudou outras nações subjugadas pelos espanhóis a acelerarem o caminho de sua emancipação. Trata-se do mais esquecido e lastimado dos lugares do nosso continente: o Haiti. Ali, precisamente, está se desenvolvendo uma importante escalada de resistência popular, não somente contra o mal governo de René Preval, mas também contra os que afirmam estar em solo haitiano para colaborar com sua população. Referimo-nos às tropas das Nações unidas (MINUSTAH).
Mais concretamente, no final de 2008, a MINUSTAH contava com a participação de 9.028 uniformizados (7.009 soldados e 2.019 policiais), apoiados por 502 funcionários internacionais, 1.197 funcionários nacionais e 205 voluntários da ONU, todos sob o comando de militares brasileiros.
Estas tropas mercenárias, entre as quais há argentinos, uruguaios, brasileiros, chilenos, bolivianos e de outros países, operam repressivamente contra a população haitiana e é por isso que surgem de lá inúmeras denúncias que, em geral, ficam na total impunidade.
Um dos casos documentados por organizações haitianas de direitos humanos é o massacre ocorrido em 22 de dezembro de 2006 na comunidade de Cité Soleil, após uma manifestação de aproximadamente dez mil pessoas que pediam o retorno do ex-presidente Jean Bertrand Aristide ao país e a saída dos efetivos militares estrangeiros. Segundo relatos da população local e imagens de vídeos produzidos pela organização Haiti Information Project – HIP (Projeto de Informação do Haiti), as forças da ONU atacaram a comunidade e mataram cerca de 30 pessoas, inclusive mulheres e crianças.
Isso ocorre também em um marco de silêncio generalizado em nível informativo. O Haiti não consta nas crônicas de jornais e muito menos nas telas de televisão. Seu povo não entra nas estatísticas populacionais. Mas apesar disso, o povo não se resigna à dominação, e luta.
Dessa realidade e suas conseqüências na América latina conversamos com o dirigente do Comitê Democrático Haitiano, Henry Boisrolin, quem recentemente chegou da capital haitiana com a missão de conseguir a urgente solidariedade com os que hoje encabeçam a resistência popular, os estudantes universitários e do ensino médio que se encontram há meses ocupando vários dos estabelecimentos educacionais.
- Qual é a situação do Haiti na atualidade?
- O Haiti se encontra sob ocupação, mas a grande imprensa internacional apresenta este fato como se fosse “ajuda humanitária”. Inclusive, o nome da missão da ONU diz que é “para a estabilização do Haiti”. Há uma combinação de 40 países integrantes desta Missão e desgraçadamente temos tropas latino-americanas dentro do país. Como se sabe, o comando militar encontra-se sob a liderança do Brasil. Isto é algo que nós rejeitamos, porque entendemos que é uma violação à nossa soberania e dignidade como povo.
A resistência provém de distintos setores da população, mas ultimamente são estudantes universitários, aos quais se somam alguns do ensino médio, que ganharam as ruas para exigir a retirada das tropas e a promulgação de uma lei sobre o salário mínimo votada pelo Parlamento. O que ocorre é que o governo de Preval não o aceita, sob o pretexto de que se o Haiti já tem 70% de sua população ativa desempregada, promulgar uma lei que signifique aumentar de 1,70 dólares para 4 ou 5 dólares o salário mínimo por dia, “vai provocar uma avalanche de demissões e agravará ainda mais a situação dos trabalhadores”. Para os estudantes, esta resposta é uma nova falácia do governo, e propuseram ações de resistência, ocupando várias Faculdades.
- Como reagiu o governo de Preval?
- Reprimindo os estudantes. Houve várias mortes, dezenas de detidos, professores perseguidos, lançaram bombas de gás lacrimogêneo e balas de chumbo nos manifestantes. A Missão das Nações Unidas foi acompanhar a polícia haitiana em toda esta tarefa repressiva. Isso é o que queremos denunciar e ao mesmo tempo pedir solidariedade para que os governos latino-americanos entendam que essa não é a via, que o Haiti não precisa de tropas militares. O que nós precisamos é o tipo de ajuda que dão Cuba e Venezuela, esse é o modelo válido de apoio, de humanidade, de respeito à nossa independência e soberania.
- Vamos nos deter neste último tema. As tropas das Nações Unidas dizem que eles vão para cumprir tarefas humanitárias. Pelo menos é isso que dizem as chancelarias dos países que estão implicados nesta manobra, como a Argentina, Uruguai, Brasil e outros. Inclusive, alguns partidos progressistas se encarregaram de explicar que “era melhor que viessem as tropas latino-americanas do que o Haiti permanecer invadido pelos Estados Unidos”. O que opina dessas colocações?
- Antes de mais nada, é preciso desmentir algo: não houve nenhuma autoridade legítima do meu país que tenha pedido tal intervenção, isso é uma mentira. Em 2004, ano do Bicentenário de nossa independência, havia um presidente legítimo que era Jean-Bertrand Aristide. Havia distúrbios no país, e com essa desculpa veio um comando militar norte-americano que o seqüestrou. Puseram-no num avião e o mandaram ao exílio na República Centro-Africana. Agora esta na África do Sul. Algo muito parecido ao que fizeram agora com o presidente Zelaya. Não são casos isolados e deixam precedentes que ameaçam a segurança e a democracia no resto dos países latino-americanos.
Assim é a história, ninguém pediu tal intervenção. Eles impuseram um governo de fato que organizou as eleições e aí Preval ganhou, legitimando o golpe, igual à tentativa atual em Honduras. Sim, é verdade que o presidente Preval, que ganhou as eleições, solicitou a manutenção da Missão da Minustah, mas originalmente não houve nenhuma autoridade haitiana que tenha pedido isso. Haveria que ir ao Haiti e andar pelas ruas de seus bairros mais populares para compreender a rejeição do povo à presença das tropas de ocupação.
- Como agem essas tropas invasoras?
- O acionar das tropas das nações Unidas é algo que indigna qualquer ser humano com um pouquinho de sensibilidade. Em um país onde 70% de sua população ativa não tem trabalho, onde temos uma taxa de mortalidade infantil superior a 80 por mil e uma taxa de analfabetismo no campo, que supera 70% e nas cidades 50%, ou onde se tem uma expectativa de vida que não supera os 50 anos. Estamos falando de um país com suas estruturas econômicas destruídas, onde 60% do orçamento haitiano provém da ajuda internacional e das remessas que enviam os haitianos que trabalham fora. Por tudo isso, dizer que tem que ir com tanques, aviões e helicópteros para resolver isso, é totalmente falso e cruel.
O que fizeram estes “salvadores”? Estupraram as meninas e mulheres haitianas, bateram e torturaram nossos jovens. Não somos nós que dizemos isso, foi uma investigação da própria ONU que confirmou esses fatos, e a única coisa que foi feita, foi pegar alguns soldados e mandá-los para casa, porque segundo o Convênio da Resolução 545, que permitiu a entrada das tropas no dia 1º de junho de 2004, o Haiti não tem direito de julgar nenhum militar estrangeiro, por mais que tenha cometido crimes de lesa-humanidade. Mais submissão que isso não pode existir.
- Ou seja, violações de direitos humanos realizados dentro de uma “legalidade” imposta, que garante mais impunidade...
- Exato. Mas há outro tema que quero abordar e que às vezes fica postergado porque nos aprofundamos mais em estudar a realidade política ou econômica de um país. Refiro-me à dignidade humana, o valor da relação e os sentimentos humanos, o contato entre os povos. Ou seja, uma história em comum. O Haiti, depois de se tornar independente, foi muito solidário com muitos povos latino-americanos. Ajudou Miranda, Bolívar, em duas oportunidades, com fuzis, com dinheiro e outras coisas, mas fundamentalmente com voluntários. Centenas de haitianos morreram pela independência da Venezuela e de outros países. Por isso dizemos que receber este tratamento atual é uma afronta à história. Nosso povo não cometeu nenhum crime, salvo pedir maior justiça. E sofremos um comportamento mercenário, porque muitos destes invasores vêm pelo dinheiro pago, ganham milhares de dólares sem gastar absolutamente nada. Em seis ou sete meses que estão no Haiti, voltam a seus respectivos países com uma boa quantidade de dinheiro em mãos, coisa que não podem ter em seus lugares de origem.
Então, aproveitando uma situação de debilidade, de falta de capacidade do movimento popular haitiano para reverter esta situação, vêm e te avassalam.
Tem que ver, por exemplo, em Porto Príncipe, em alguns dos bairros mais calmos, como durante a noite (porque não há praticamente vida noturna no Haiti, não há luz, nem serviços que se possam encontrar em outros países) se vê um contínuo desfile de carros das nações Unidas, em frente aos melhores bares e restaurantes, gastando muitos dólares, e lá fora o povo dormindo nas ruas.
- É realmente ofensivo e indignante...
- Isto pede uma reflexão, porque escutamos alguns governos, quando passam furações ou sucedem outros acontecimentos climáticos, dizer que as tropas estão ali precisamente para nos ajudar em maus momentos. Mas isso não é o determinante, nem nada disso. A ocupação do Haiti é um novo esquema para dobrar a rebelião popular num país onde as classes dominantes não têm possibilidade alguma de ganhar as eleições de forma limpa. Então, é preciso impor, pela força das armas uma estratégia de dominação. Esse é o verdadeiro papel dos ocupantes. E para os que dizem que “melhor essas tropas do que as dos Estados Unidos”, nós dizemos que é justamente o contrário. De outra forma teríamos tido o inimigo de frente, de maneira mais clara. Em vez disso, ver irmãos latino-americanos enviados por governos que teriam que apresentar outro tipo de comportamento diante do drama haitiano, é muito duro. Eu estive em bairros populares muito castigados por estas tropas e escutei o que diz o coração dessa gente. A indignação com que contam como bombardeiam durante a madrugada para capturar supostos bandidos destes bairros. Ou quando soldados entram aos montes e chutam as portas, arrastando para fora aterrorizados moradores. Por isso, não há lugar para mais mentiras: trata-se de uma ocupação clara da República do Haiti, e à medida que esta situação segue, haverá mais resistência.
Em entrevista, o dirigente do Comitê Democrático Haitiano, Henry Boisrolin, denuncia a ocupação militar que seu país sofre na atualidade, situação da qual são cúmplices vários países da América Latina.
Resumo Latino-americano – Na América Latina há um país que não só foi o primeiro a livrar-se, mas também foi o país que ajudou outras nações subjugadas pelos espanhóis a acelerarem o caminho de sua emancipação. Trata-se do mais esquecido e lastimado dos lugares do nosso continente: o Haiti. Ali, precisamente, está se desenvolvendo uma importante escalada de resistência popular, não somente contra o mal governo de René Preval, mas também contra os que afirmam estar em solo haitiano para colaborar com sua população. Referimo-nos às tropas das Nações unidas (MINUSTAH).
Mais concretamente, no final de 2008, a MINUSTAH contava com a participação de 9.028 uniformizados (7.009 soldados e 2.019 policiais), apoiados por 502 funcionários internacionais, 1.197 funcionários nacionais e 205 voluntários da ONU, todos sob o comando de militares brasileiros.
Estas tropas mercenárias, entre as quais há argentinos, uruguaios, brasileiros, chilenos, bolivianos e de outros países, operam repressivamente contra a população haitiana e é por isso que surgem de lá inúmeras denúncias que, em geral, ficam na total impunidade.
Um dos casos documentados por organizações haitianas de direitos humanos é o massacre ocorrido em 22 de dezembro de 2006 na comunidade de Cité Soleil, após uma manifestação de aproximadamente dez mil pessoas que pediam o retorno do ex-presidente Jean Bertrand Aristide ao país e a saída dos efetivos militares estrangeiros. Segundo relatos da população local e imagens de vídeos produzidos pela organização Haiti Information Project – HIP (Projeto de Informação do Haiti), as forças da ONU atacaram a comunidade e mataram cerca de 30 pessoas, inclusive mulheres e crianças.
Isso ocorre também em um marco de silêncio generalizado em nível informativo. O Haiti não consta nas crônicas de jornais e muito menos nas telas de televisão. Seu povo não entra nas estatísticas populacionais. Mas apesar disso, o povo não se resigna à dominação, e luta.
Dessa realidade e suas conseqüências na América latina conversamos com o dirigente do Comitê Democrático Haitiano, Henry Boisrolin, quem recentemente chegou da capital haitiana com a missão de conseguir a urgente solidariedade com os que hoje encabeçam a resistência popular, os estudantes universitários e do ensino médio que se encontram há meses ocupando vários dos estabelecimentos educacionais.
- Qual é a situação do Haiti na atualidade?
- O Haiti se encontra sob ocupação, mas a grande imprensa internacional apresenta este fato como se fosse “ajuda humanitária”. Inclusive, o nome da missão da ONU diz que é “para a estabilização do Haiti”. Há uma combinação de 40 países integrantes desta Missão e desgraçadamente temos tropas latino-americanas dentro do país. Como se sabe, o comando militar encontra-se sob a liderança do Brasil. Isto é algo que nós rejeitamos, porque entendemos que é uma violação à nossa soberania e dignidade como povo.
A resistência provém de distintos setores da população, mas ultimamente são estudantes universitários, aos quais se somam alguns do ensino médio, que ganharam as ruas para exigir a retirada das tropas e a promulgação de uma lei sobre o salário mínimo votada pelo Parlamento. O que ocorre é que o governo de Preval não o aceita, sob o pretexto de que se o Haiti já tem 70% de sua população ativa desempregada, promulgar uma lei que signifique aumentar de 1,70 dólares para 4 ou 5 dólares o salário mínimo por dia, “vai provocar uma avalanche de demissões e agravará ainda mais a situação dos trabalhadores”. Para os estudantes, esta resposta é uma nova falácia do governo, e propuseram ações de resistência, ocupando várias Faculdades.
- Como reagiu o governo de Preval?
- Reprimindo os estudantes. Houve várias mortes, dezenas de detidos, professores perseguidos, lançaram bombas de gás lacrimogêneo e balas de chumbo nos manifestantes. A Missão das Nações Unidas foi acompanhar a polícia haitiana em toda esta tarefa repressiva. Isso é o que queremos denunciar e ao mesmo tempo pedir solidariedade para que os governos latino-americanos entendam que essa não é a via, que o Haiti não precisa de tropas militares. O que nós precisamos é o tipo de ajuda que dão Cuba e Venezuela, esse é o modelo válido de apoio, de humanidade, de respeito à nossa independência e soberania.
- Vamos nos deter neste último tema. As tropas das Nações Unidas dizem que eles vão para cumprir tarefas humanitárias. Pelo menos é isso que dizem as chancelarias dos países que estão implicados nesta manobra, como a Argentina, Uruguai, Brasil e outros. Inclusive, alguns partidos progressistas se encarregaram de explicar que “era melhor que viessem as tropas latino-americanas do que o Haiti permanecer invadido pelos Estados Unidos”. O que opina dessas colocações?
- Antes de mais nada, é preciso desmentir algo: não houve nenhuma autoridade legítima do meu país que tenha pedido tal intervenção, isso é uma mentira. Em 2004, ano do Bicentenário de nossa independência, havia um presidente legítimo que era Jean-Bertrand Aristide. Havia distúrbios no país, e com essa desculpa veio um comando militar norte-americano que o seqüestrou. Puseram-no num avião e o mandaram ao exílio na República Centro-Africana. Agora esta na África do Sul. Algo muito parecido ao que fizeram agora com o presidente Zelaya. Não são casos isolados e deixam precedentes que ameaçam a segurança e a democracia no resto dos países latino-americanos.
Assim é a história, ninguém pediu tal intervenção. Eles impuseram um governo de fato que organizou as eleições e aí Preval ganhou, legitimando o golpe, igual à tentativa atual em Honduras. Sim, é verdade que o presidente Preval, que ganhou as eleições, solicitou a manutenção da Missão da Minustah, mas originalmente não houve nenhuma autoridade haitiana que tenha pedido isso. Haveria que ir ao Haiti e andar pelas ruas de seus bairros mais populares para compreender a rejeição do povo à presença das tropas de ocupação.
- Como agem essas tropas invasoras?
- O acionar das tropas das nações Unidas é algo que indigna qualquer ser humano com um pouquinho de sensibilidade. Em um país onde 70% de sua população ativa não tem trabalho, onde temos uma taxa de mortalidade infantil superior a 80 por mil e uma taxa de analfabetismo no campo, que supera 70% e nas cidades 50%, ou onde se tem uma expectativa de vida que não supera os 50 anos. Estamos falando de um país com suas estruturas econômicas destruídas, onde 60% do orçamento haitiano provém da ajuda internacional e das remessas que enviam os haitianos que trabalham fora. Por tudo isso, dizer que tem que ir com tanques, aviões e helicópteros para resolver isso, é totalmente falso e cruel.
O que fizeram estes “salvadores”? Estupraram as meninas e mulheres haitianas, bateram e torturaram nossos jovens. Não somos nós que dizemos isso, foi uma investigação da própria ONU que confirmou esses fatos, e a única coisa que foi feita, foi pegar alguns soldados e mandá-los para casa, porque segundo o Convênio da Resolução 545, que permitiu a entrada das tropas no dia 1º de junho de 2004, o Haiti não tem direito de julgar nenhum militar estrangeiro, por mais que tenha cometido crimes de lesa-humanidade. Mais submissão que isso não pode existir.
- Ou seja, violações de direitos humanos realizados dentro de uma “legalidade” imposta, que garante mais impunidade...
- Exato. Mas há outro tema que quero abordar e que às vezes fica postergado porque nos aprofundamos mais em estudar a realidade política ou econômica de um país. Refiro-me à dignidade humana, o valor da relação e os sentimentos humanos, o contato entre os povos. Ou seja, uma história em comum. O Haiti, depois de se tornar independente, foi muito solidário com muitos povos latino-americanos. Ajudou Miranda, Bolívar, em duas oportunidades, com fuzis, com dinheiro e outras coisas, mas fundamentalmente com voluntários. Centenas de haitianos morreram pela independência da Venezuela e de outros países. Por isso dizemos que receber este tratamento atual é uma afronta à história. Nosso povo não cometeu nenhum crime, salvo pedir maior justiça. E sofremos um comportamento mercenário, porque muitos destes invasores vêm pelo dinheiro pago, ganham milhares de dólares sem gastar absolutamente nada. Em seis ou sete meses que estão no Haiti, voltam a seus respectivos países com uma boa quantidade de dinheiro em mãos, coisa que não podem ter em seus lugares de origem.
Então, aproveitando uma situação de debilidade, de falta de capacidade do movimento popular haitiano para reverter esta situação, vêm e te avassalam.
Tem que ver, por exemplo, em Porto Príncipe, em alguns dos bairros mais calmos, como durante a noite (porque não há praticamente vida noturna no Haiti, não há luz, nem serviços que se possam encontrar em outros países) se vê um contínuo desfile de carros das nações Unidas, em frente aos melhores bares e restaurantes, gastando muitos dólares, e lá fora o povo dormindo nas ruas.
- É realmente ofensivo e indignante...
- Isto pede uma reflexão, porque escutamos alguns governos, quando passam furações ou sucedem outros acontecimentos climáticos, dizer que as tropas estão ali precisamente para nos ajudar em maus momentos. Mas isso não é o determinante, nem nada disso. A ocupação do Haiti é um novo esquema para dobrar a rebelião popular num país onde as classes dominantes não têm possibilidade alguma de ganhar as eleições de forma limpa. Então, é preciso impor, pela força das armas uma estratégia de dominação. Esse é o verdadeiro papel dos ocupantes. E para os que dizem que “melhor essas tropas do que as dos Estados Unidos”, nós dizemos que é justamente o contrário. De outra forma teríamos tido o inimigo de frente, de maneira mais clara. Em vez disso, ver irmãos latino-americanos enviados por governos que teriam que apresentar outro tipo de comportamento diante do drama haitiano, é muito duro. Eu estive em bairros populares muito castigados por estas tropas e escutei o que diz o coração dessa gente. A indignação com que contam como bombardeiam durante a madrugada para capturar supostos bandidos destes bairros. Ou quando soldados entram aos montes e chutam as portas, arrastando para fora aterrorizados moradores. Por isso, não há lugar para mais mentiras: trata-se de uma ocupação clara da República do Haiti, e à medida que esta situação segue, haverá mais resistência.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
FALTA DEMOCRACIA NA CÂMARA DE CAMPOS
A luta sindical nos proporciona uma experiência de que procedimentos podemos, enquanto liderança, lançar mão em momentos cruciais de defesa dos direitos da categoria da educação.
Na ALERJ o SEPE tem como prerrogativa participar tanto das audiências públicas como das sessões de votação com direito a voz, enquanto as galerias são ocupadas maciçamente pela categoria, desde que na pauta tenha matéria do seu interesse, portando faixas e manifestando-se com palavras de ordem. Afinal trata-se da casa do povo e os deputados foram eleitos pelo voto popular.
Causou-me estranheza, na Câmara de Vereadores de Campos, o Presidente deixar claro desde o ínicio da sessão, que a plenária não pode se manifestar, por proibição do regimento da casa, de muitos anos atrás, sob pena de que, em caso de desobediência,os manifestantes serão retirados pela segurança da Câmara.
Esse conservadorismo está ultrapassado. A ditadura acabou faz tempo e atitudes antidemocráticas não caem bem nos dias atuais.
Ora senhores! O que falta para que a mudança no regimento da Câmara seja feita? Será necessário evocar o espírito de Benta Pereira para mudar este estado de coisas???
Na ALERJ o SEPE tem como prerrogativa participar tanto das audiências públicas como das sessões de votação com direito a voz, enquanto as galerias são ocupadas maciçamente pela categoria, desde que na pauta tenha matéria do seu interesse, portando faixas e manifestando-se com palavras de ordem. Afinal trata-se da casa do povo e os deputados foram eleitos pelo voto popular.
Causou-me estranheza, na Câmara de Vereadores de Campos, o Presidente deixar claro desde o ínicio da sessão, que a plenária não pode se manifestar, por proibição do regimento da casa, de muitos anos atrás, sob pena de que, em caso de desobediência,os manifestantes serão retirados pela segurança da Câmara.
Esse conservadorismo está ultrapassado. A ditadura acabou faz tempo e atitudes antidemocráticas não caem bem nos dias atuais.
Ora senhores! O que falta para que a mudança no regimento da Câmara seja feita? Será necessário evocar o espírito de Benta Pereira para mudar este estado de coisas???
POR FALAR EM UNANIMIDADE BURRA...
É bom lembrar a lamentável atuação na Câmara de Vereadores, no dia 15/12/09, durante a votação do PCCS da rede municipal de educação.
Os vereadores, além de não ter tido acesso antecipado ao texto do Projeto de Lei, que merecia, naquele momento, a apresentação de muitas emendas, recuaram sob a ameaça velada de que o Projeto deveria ser aprovado da maneira como foi apresentado ou sairia da pauta.
O Projeto do PCCS foi aprovado por UNANIMIDADE, numa demonstração clara de que a Câmara de Vereadores de Campos, a casa de leis que é do povo, cuja finalidade além de legislar é fiscalizar os atos do executivo está comprometida única e exclusivamente com os interesses do governo.
Este é um bom exemplo para uma unanimidade destituída de inteligência!!!
Os vereadores, além de não ter tido acesso antecipado ao texto do Projeto de Lei, que merecia, naquele momento, a apresentação de muitas emendas, recuaram sob a ameaça velada de que o Projeto deveria ser aprovado da maneira como foi apresentado ou sairia da pauta.
O Projeto do PCCS foi aprovado por UNANIMIDADE, numa demonstração clara de que a Câmara de Vereadores de Campos, a casa de leis que é do povo, cuja finalidade além de legislar é fiscalizar os atos do executivo está comprometida única e exclusivamente com os interesses do governo.
Este é um bom exemplo para uma unanimidade destituída de inteligência!!!
A PRESSÃO POPULAR É UM BOM INSTRUMENTO DE LUTA
Que a pressão popular é um instrumento de luta eficaz, não tenho dúvida, haja vista minha experiência na área sindical.
E neste ponto podemos destacar o papel importante da imprensa local e dos Blogs que colocaram a boca no trombone e denunciaram o lixo que queriam esconder debaixo do tapete.
Não fosse isso, não teríamos hoje, o governo municipal disposto a instalar câmeras de segurança no Farol e reforçar a guarda municipal com quadriciclos. O que se já tivesse sido feito, teria evitado toda a onda de violência no último fim de semana.
Antes tarde do que nunca. É só lembrar que a segurança é necessária durante todo o ano e portanto o sistema de monitoramento deve ser mantido após a temporada de verão.
E neste ponto podemos destacar o papel importante da imprensa local e dos Blogs que colocaram a boca no trombone e denunciaram o lixo que queriam esconder debaixo do tapete.
Não fosse isso, não teríamos hoje, o governo municipal disposto a instalar câmeras de segurança no Farol e reforçar a guarda municipal com quadriciclos. O que se já tivesse sido feito, teria evitado toda a onda de violência no último fim de semana.
Antes tarde do que nunca. É só lembrar que a segurança é necessária durante todo o ano e portanto o sistema de monitoramento deve ser mantido após a temporada de verão.
"TODA UNANIMIDADE É BURRA"
TODA UNANIMIDADE É BURRA, é uma frase de efeito de Nelson Rodrigues que tem servido para analisar algumas questões.
Ontem, por exemplo, fiquei indignada ao ler na FOLHA DA MANHÃ as declarações,que constam no site do comando da Guarda Civil Municipal,onde a VIOLÊNCIA ocorrida no Farol no fim de semana da virada são banalizadas.
Tenho observado que é comum às pessoas que ocupam cargos de confiança em governos, perderem a capacidade crítica. A isso pode se aplicar a frase de Nelson. Não reconhecer o óbvio é unanimidade burra, como também é, acatar qualquer tipo de orientação que venha a prejudicar a maioria da população. A defesa incondicional do que está errado é burrice.
Daí torna-se relevante o papel da crítica por aqueles que estão comprometidos com a defesa dos direitos dos cidadãos e isso facilita aos governos reconhecer suas debilidades e corrigir seus erros.
Seria um desastre se a população dependesse sómente dos puxa-sacos, que só fazem aplaudir a tudo que o governo faz, sem questionar seus erros.
Infelizmente os governos só agem acertivamente, em algumas situações, com uma boa dose de pressão.
Ontem, por exemplo, fiquei indignada ao ler na FOLHA DA MANHÃ as declarações,que constam no site do comando da Guarda Civil Municipal,onde a VIOLÊNCIA ocorrida no Farol no fim de semana da virada são banalizadas.
Tenho observado que é comum às pessoas que ocupam cargos de confiança em governos, perderem a capacidade crítica. A isso pode se aplicar a frase de Nelson. Não reconhecer o óbvio é unanimidade burra, como também é, acatar qualquer tipo de orientação que venha a prejudicar a maioria da população. A defesa incondicional do que está errado é burrice.
Daí torna-se relevante o papel da crítica por aqueles que estão comprometidos com a defesa dos direitos dos cidadãos e isso facilita aos governos reconhecer suas debilidades e corrigir seus erros.
Seria um desastre se a população dependesse sómente dos puxa-sacos, que só fazem aplaudir a tudo que o governo faz, sem questionar seus erros.
Infelizmente os governos só agem acertivamente, em algumas situações, com uma boa dose de pressão.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
FÓRUM SOCIAL MUNDIAL
TEXTO ENVIADO POR JOSÉ CORREA
Em 2010 não ocorrerá um Fórum Social Mundial centralizado ( próximo ocorrerá em Dakar, no Senegal, na África, em janeiro de 2011). Serão realizados dezenas de Fóruns ao longo do ano e atividades de tipo “cúpula” ou “cumbre” alternativa. No Brasil teremos um Fórum em Porto Alegre, com o apoio da prefeitura da capital (Fogaça, do PMDB, e o vice, Fortunatti do PDT) e de mais seis prefeituras da área metropolitana (do PT), e em Salvador com o apoio do governo estadual (Jacques Wagner, do PT). O grupo de entidades que tradicionalmente organiza o FSM no Brasil está participando somente de Porto Alegre, embora haja participações individuais de pessoas deste grupo em Salvador (Antonio Martins e Salete Camba, do Instituto Paulo Freire).
Originalmente iríamos fazer em Porto Alegre apenas um Seminário por ocasião dos 10 anos do FSM. Mas este seminário cresceu na seqüência da discussão da crise e do processo do Fórum de Belém (que pela primeira vez quebrou a idéia do Fórum como um festival de diversidade), onde já que começaram a se delinear duas linhas de abordagem distintas no interior do processo FSM: uma dialogando mais tranquilamente com o desenvolvimentismo e outra baseada no diagnóstico de crise de civilização que quer desenvolver um novo paradigma de organização social – em bases sócio-ambientais. Definimos, por isso, que faríamos um seminário não tanto de avaliação, mas uma atividade mais voltada para o futuro, analisando a nova etapa em que o mundo entra e o que deve ser a nova agenda da esquerda neste cenário. O seminário de Porto Alegre, intitulado “Dez anos depois: desafios e propostas de outro mundo possível” ganhou, assim, o caráter de sistematização de uma nova agenda para o processo fórum (isto é, para a esquerda mundial) e de retroalimentação de todas as múltiplas iniciativas em curso. Veja isso no blog do seminário http://seminario10anosdepois.wordpress.com/
Lembremos, por exemplo, que Evo Morales acabou de convocar uma cúpula climática alternativa com os movimentos sociais para abril na Bolívia, com o apoio dos paises da ALBA e o principal foco de resistência e crítica nas questões climáticas está em nosso continente – onde até mesmo o Brasil começou a se mexer com desenvolvura. Além disso, a próxima reunião climática mundial, a COP 16 será em dezembro de 2010 na Cidade do México.
Ao mesmo tempo, o comitê gaúcho do FSM, que foi ativo nos fóruns anteriores resolveu assumir, com o apoio de prefeituras petistas da região metropolitana, lançou o Fórum Social Grande Porto Alegre 10 anos (ver http://www.fsm10.org/).
O Fórum de Salvador surgiu de uma iniciativa do Carlos Tiburcio, da Casa Civil do governo Lula, com o apoio do governo Jacques Wagner. Ele procurou pessoas históricas do mundo Fórum para assumirem a proposta, mas elas já estavam comprometidas com Porto Alegre e avaliaram: 1) a iniciativa de Salvador tinha um caráter muito governista; 2) não tínhamos fôlego para impulsionar os dois processos. Frente a isso desejamos que o Fórum de Salvador fosse assumido como uma iniciativa da sociedade civil, perdendo seu caráter estatal, e remarcamos as datas de Porto Alegre, de modo que os convidados internacionais pudessem participar dos dois eventos (Porto Alegre de 25 a 29; Salvador de 29 a 31). Inicialmente o Fórum de Salvador patinou, mas depois as centrais sindicais ligadas ao PT e ao PCdoB entraram no processo. Em seguida, entraram também outras entidades da sociedade civil não sindicais, inclusive ligadas a outros partidos como o PSOL. No último período uma dinâmica mais positiva se afirmou e o governo da Bahia aportou recursos importantes (ver http://www.fsmbahia.com.br/).
A cada Fórum regional foram se agregando outras atividadas, algumas auto-organizadas, outras com .
Em Porto Alegre, além do Seminário 10 anos, o maior e mais bem preparado de todos, vamos realizar o seminário “Progresso: para que e para quem? O novo desenvolvimentismo e a necessidade de ultrapassá-lo” (ver http://outrapolitica.wordpress.com/), uma avaliação sobre o movimento por justiça climática e um seminário de estratégia sobre o processo entre a COP15 e a COP16, uma reunião preparatória sobre o Fórum de Crise de Civilização e o Encontro Cultura Livre FSM 10 anos – além de uma atividade com todos os comitês organizadores do Fóruns que ocorrerão pelo mundo até Dakar, em janeiro de 2011 (e eles são muitos).
Em Salvador, será realizado o Seminário Crise e Oportunidade, que vem sendo impulsionado pelo Ladislau Dobwor (ver o blog http://criseoportunidade.wordpress.com/), para o qual irão vários dos participantes do encontro de Porto Alegre, depois do evento. A Luana do Instituto Paulo Freire foi deslocada para alavancar esta atividade. Mas o tom forte de Salvador é dado principalmente pelas atividades culturais.
Salvador nasceu com a idéia de que o Fórum seria a contrapartida da sociedade civil de uma cúpula América Latina – África de chefes de estado. Isso não parece ter se viabilizado. Em Porto Alegre marcou-se, para o dia 28 de janeiro, com o caráter complementar, uma mesa com os chefes de estado latino-americanos. Mas, de qualquer forma, as duas iniciativas ainda estão pendentes de aprovação pelo Planalto, já que exigem a atuação do Itamaraty.
Em síntese, são dois fóruns muito diferentes, que eu resumiria em: Porto Alegre, uma discussão mais sistemática de uma nova agenda para a esquerda na linha sócio-ambiental e organização da continuidade de lutas e processos globais estruturantes do FSM; Salvador, o seminário Crise e oportunidade e um forte destaque às dimensões de africanidade e aos aspectos culturais da política. Mas cada um pode formular sua própria opinião acessando os sites.
Em 2010 não ocorrerá um Fórum Social Mundial centralizado ( próximo ocorrerá em Dakar, no Senegal, na África, em janeiro de 2011). Serão realizados dezenas de Fóruns ao longo do ano e atividades de tipo “cúpula” ou “cumbre” alternativa. No Brasil teremos um Fórum em Porto Alegre, com o apoio da prefeitura da capital (Fogaça, do PMDB, e o vice, Fortunatti do PDT) e de mais seis prefeituras da área metropolitana (do PT), e em Salvador com o apoio do governo estadual (Jacques Wagner, do PT). O grupo de entidades que tradicionalmente organiza o FSM no Brasil está participando somente de Porto Alegre, embora haja participações individuais de pessoas deste grupo em Salvador (Antonio Martins e Salete Camba, do Instituto Paulo Freire).
Originalmente iríamos fazer em Porto Alegre apenas um Seminário por ocasião dos 10 anos do FSM. Mas este seminário cresceu na seqüência da discussão da crise e do processo do Fórum de Belém (que pela primeira vez quebrou a idéia do Fórum como um festival de diversidade), onde já que começaram a se delinear duas linhas de abordagem distintas no interior do processo FSM: uma dialogando mais tranquilamente com o desenvolvimentismo e outra baseada no diagnóstico de crise de civilização que quer desenvolver um novo paradigma de organização social – em bases sócio-ambientais. Definimos, por isso, que faríamos um seminário não tanto de avaliação, mas uma atividade mais voltada para o futuro, analisando a nova etapa em que o mundo entra e o que deve ser a nova agenda da esquerda neste cenário. O seminário de Porto Alegre, intitulado “Dez anos depois: desafios e propostas de outro mundo possível” ganhou, assim, o caráter de sistematização de uma nova agenda para o processo fórum (isto é, para a esquerda mundial) e de retroalimentação de todas as múltiplas iniciativas em curso. Veja isso no blog do seminário http://seminario10anosdepois.wordpress.com/
Lembremos, por exemplo, que Evo Morales acabou de convocar uma cúpula climática alternativa com os movimentos sociais para abril na Bolívia, com o apoio dos paises da ALBA e o principal foco de resistência e crítica nas questões climáticas está em nosso continente – onde até mesmo o Brasil começou a se mexer com desenvolvura. Além disso, a próxima reunião climática mundial, a COP 16 será em dezembro de 2010 na Cidade do México.
Ao mesmo tempo, o comitê gaúcho do FSM, que foi ativo nos fóruns anteriores resolveu assumir, com o apoio de prefeituras petistas da região metropolitana, lançou o Fórum Social Grande Porto Alegre 10 anos (ver http://www.fsm10.org/).
O Fórum de Salvador surgiu de uma iniciativa do Carlos Tiburcio, da Casa Civil do governo Lula, com o apoio do governo Jacques Wagner. Ele procurou pessoas históricas do mundo Fórum para assumirem a proposta, mas elas já estavam comprometidas com Porto Alegre e avaliaram: 1) a iniciativa de Salvador tinha um caráter muito governista; 2) não tínhamos fôlego para impulsionar os dois processos. Frente a isso desejamos que o Fórum de Salvador fosse assumido como uma iniciativa da sociedade civil, perdendo seu caráter estatal, e remarcamos as datas de Porto Alegre, de modo que os convidados internacionais pudessem participar dos dois eventos (Porto Alegre de 25 a 29; Salvador de 29 a 31). Inicialmente o Fórum de Salvador patinou, mas depois as centrais sindicais ligadas ao PT e ao PCdoB entraram no processo. Em seguida, entraram também outras entidades da sociedade civil não sindicais, inclusive ligadas a outros partidos como o PSOL. No último período uma dinâmica mais positiva se afirmou e o governo da Bahia aportou recursos importantes (ver http://www.fsmbahia.com.br/).
A cada Fórum regional foram se agregando outras atividadas, algumas auto-organizadas, outras com .
Em Porto Alegre, além do Seminário 10 anos, o maior e mais bem preparado de todos, vamos realizar o seminário “Progresso: para que e para quem? O novo desenvolvimentismo e a necessidade de ultrapassá-lo” (ver http://outrapolitica.wordpress.com/), uma avaliação sobre o movimento por justiça climática e um seminário de estratégia sobre o processo entre a COP15 e a COP16, uma reunião preparatória sobre o Fórum de Crise de Civilização e o Encontro Cultura Livre FSM 10 anos – além de uma atividade com todos os comitês organizadores do Fóruns que ocorrerão pelo mundo até Dakar, em janeiro de 2011 (e eles são muitos).
Em Salvador, será realizado o Seminário Crise e Oportunidade, que vem sendo impulsionado pelo Ladislau Dobwor (ver o blog http://criseoportunidade.wordpress.com/), para o qual irão vários dos participantes do encontro de Porto Alegre, depois do evento. A Luana do Instituto Paulo Freire foi deslocada para alavancar esta atividade. Mas o tom forte de Salvador é dado principalmente pelas atividades culturais.
Salvador nasceu com a idéia de que o Fórum seria a contrapartida da sociedade civil de uma cúpula América Latina – África de chefes de estado. Isso não parece ter se viabilizado. Em Porto Alegre marcou-se, para o dia 28 de janeiro, com o caráter complementar, uma mesa com os chefes de estado latino-americanos. Mas, de qualquer forma, as duas iniciativas ainda estão pendentes de aprovação pelo Planalto, já que exigem a atuação do Itamaraty.
Em síntese, são dois fóruns muito diferentes, que eu resumiria em: Porto Alegre, uma discussão mais sistemática de uma nova agenda para a esquerda na linha sócio-ambiental e organização da continuidade de lutas e processos globais estruturantes do FSM; Salvador, o seminário Crise e oportunidade e um forte destaque às dimensões de africanidade e aos aspectos culturais da política. Mas cada um pode formular sua própria opinião acessando os sites.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
NASCE A REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL
“Os comunistas não têm porque esconder suas idéias e intenções. Declaram abertamente que seus objetivos só podem ser alcançados derrotando pela violência toda a ordem social existente”. Manifesto do Partido Comunista, K. Marx e F. Engels
Atenas, 27/11/2009
Com o número um, em dezembro de 2009, nasce a Revista Comunista Internacional, como uma iniciativa de várias revistas teóricas e órgãos jornalísticos de Partidos Comunistas.
Quanto aos princípios desta nova revista e seus objetivos, o CONSELHO EDITORIAL DA “REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL” assinala o seguinte:
“A publicação do primeiro número da REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL expressa a necessidade de cooperação entre revistas teóricas e políticas de Partidos Comunistas que têm posições comuns numa série de assuntos teóricos e ideológicos fundamentais. Esta necessidade vem amadurecendo por meio da avaliação do período de retrocesso do movimento comunista internacional depois do triunfo da contra-revolução na URSS e nos países orientais e centrais da Europa, assim como através dos assuntos que o movimento comunista tem enfrentado no desenvolvimento da luta de classes moderna.
Os passos dados rumo à cooperação e coordenação dos Partidos Comunistas e Operários no período passado foram muito importantes e necessários. Consideramos estes avanços essenciais, os apoiamos e seguiremos apoiando. Foi alcançado um certo nível de discussão, intercâmbio de informação e coordenação, de posições e ações comuns em vários assuntos.
Entretanto, é fundamental conquistar a unidade político-ideológica do movimento comunista sobre a base do marxismo-leninismo, a defesa das conquistas que trouxe para a classe operária em nível internacional o primeiro esforço histórico de construir o socialismo, assim como a concepção sobre o caráter da derrocada e de suas causas. Tudo isso constitui condição prévia para a superação da profunda crise do movimento comunista e a revitalização do objetivo estratégico socialista.
Por isso, afirmamos que, em paralelo à continuação desta cooperação e coordenação dos Partidos Comunistas e Operários, como o encontro internacional anual, é necessário reforçar a cooperação teórica entre as revistas teóricas marxista-leninistas. Não nos esquecemos de que a principal condição para a formação de um partido revolucionário é o domínio da teoria revolucionária, o que foi o foco de atenção da III Internacional Comunista Leninista, que este ano celebra seu 90º aniversário. Desde a primeira publicação de sua revista teórica, titulada “Comunista Internacional”, o Komintern expressou seus princípios organizativos e suas posições teóricas.
A REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL, seguindo a tradição leninista, é uma publicação com um claro caráter político-ideológico. É uma publicação com um ponto de vista e não uma simples compilação de teses de Partidos Comunistas, o que já se cumpre com outras publicações, tais como o Boletim Informativo dos encontros internacionais de Partidos Comunistas e Operários, assim como outras publicações partidárias. Nosso objetivo é contribuir à popularização e ao desenvolvimento da teoria marxista-leninista com análise ideológica e posicionamento político ante os modernos desenvolvimentos do capitalismo e os problemas da luta de classes. Consideramos que o reforço da orientação marxista-leninista no seio do movimento comunista internacional é uma condição sine qua non para sua necessária reorganização.
As revistas teóricas e políticas dos Partidos Comunistas que cooperam na publicação da REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL estão unidas com base na concepção comum sobre assuntos importantes relativos ao movimento comunista internacional, na defesa dos princípios do marxismo-leninismo, do internacionalismo proletário, da necessidade da revolução socialista, da ditadura do proletariado e da construção da sociedade socialista
Unimos nossas forças:
- para contribuir à reorganização teórica e ideológica do movimento comunista internacional sobre uma base marxista-leninista sólida, não obstante as diferentes aproximações em temas de estratégia.
- para sublinhar expressamente o papel de vanguarda da classe operária no processo revolucionário e seu papel dirigente na luta pelo progresso social, pela transição revolucionária do capitalismo ao socialismo.
- para defender os princípios leninistas do partido, em condições de crescimento da pressão sobre os Partidos Comunistas para sua incorporação à ordem capitalista.
- para mostrar a necessidade de lutar contra as uniões imperialistas, tais como o FMI, a OTAN, a UE, etc.
- para defender a experiência histórica do movimento comunista internacional, com segurança, sem negar a necessária crítica e as conclusões científicas que ajudaram o atual movimento comunista internacional a dar passos adiante. Consideramos que é necessário seguir a via das tradições revolucionárias da Comuna de Paris, da Revolução Socialista de Outubro, da Internacional Comunista e da experiência socialista da URSS e dos outros países.
A reorganização teórica e ideológica do movimento comunista internacional não pode realizar-se sem uma firme confrontação das correntes que atuam no seio do movimento operário, tais como a socialdemocracia, todo tipo de oportunismo dentro do movimento comunista, revisionismo, reformismo, nacionalismo, cosmopolitismo e liberalismo.
Por isso, expomos abertamente, ao conjunto do movimento comunista internacional, nossas posições, nossa concepção e nossa crítica ao existente retrocesso e distorção do marxismo e contribuímos ao início de uma discussão importante em suas fileiras para sua orientação teórica e ideológica. Nos dirigimos a todas as publicações teóricas dos Partidos Comunistas que apóiam os princípios acima expressos e que queiram contribuir neste esforço.
Julgamos necessário dedicar o primeiro número da REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL à atual crise econômica capitalista internacional, que assinala os limites históricos do modo de produção capitalista e acumula material explosivo que pode contribuir aos processos revolucionários nos anos vindouros.”
Original: Site da Revista Comunista Internacional http://www.iccr.gr
Atenas, 27/11/2009
Com o número um, em dezembro de 2009, nasce a Revista Comunista Internacional, como uma iniciativa de várias revistas teóricas e órgãos jornalísticos de Partidos Comunistas.
Quanto aos princípios desta nova revista e seus objetivos, o CONSELHO EDITORIAL DA “REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL” assinala o seguinte:
“A publicação do primeiro número da REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL expressa a necessidade de cooperação entre revistas teóricas e políticas de Partidos Comunistas que têm posições comuns numa série de assuntos teóricos e ideológicos fundamentais. Esta necessidade vem amadurecendo por meio da avaliação do período de retrocesso do movimento comunista internacional depois do triunfo da contra-revolução na URSS e nos países orientais e centrais da Europa, assim como através dos assuntos que o movimento comunista tem enfrentado no desenvolvimento da luta de classes moderna.
Os passos dados rumo à cooperação e coordenação dos Partidos Comunistas e Operários no período passado foram muito importantes e necessários. Consideramos estes avanços essenciais, os apoiamos e seguiremos apoiando. Foi alcançado um certo nível de discussão, intercâmbio de informação e coordenação, de posições e ações comuns em vários assuntos.
Entretanto, é fundamental conquistar a unidade político-ideológica do movimento comunista sobre a base do marxismo-leninismo, a defesa das conquistas que trouxe para a classe operária em nível internacional o primeiro esforço histórico de construir o socialismo, assim como a concepção sobre o caráter da derrocada e de suas causas. Tudo isso constitui condição prévia para a superação da profunda crise do movimento comunista e a revitalização do objetivo estratégico socialista.
Por isso, afirmamos que, em paralelo à continuação desta cooperação e coordenação dos Partidos Comunistas e Operários, como o encontro internacional anual, é necessário reforçar a cooperação teórica entre as revistas teóricas marxista-leninistas. Não nos esquecemos de que a principal condição para a formação de um partido revolucionário é o domínio da teoria revolucionária, o que foi o foco de atenção da III Internacional Comunista Leninista, que este ano celebra seu 90º aniversário. Desde a primeira publicação de sua revista teórica, titulada “Comunista Internacional”, o Komintern expressou seus princípios organizativos e suas posições teóricas.
A REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL, seguindo a tradição leninista, é uma publicação com um claro caráter político-ideológico. É uma publicação com um ponto de vista e não uma simples compilação de teses de Partidos Comunistas, o que já se cumpre com outras publicações, tais como o Boletim Informativo dos encontros internacionais de Partidos Comunistas e Operários, assim como outras publicações partidárias. Nosso objetivo é contribuir à popularização e ao desenvolvimento da teoria marxista-leninista com análise ideológica e posicionamento político ante os modernos desenvolvimentos do capitalismo e os problemas da luta de classes. Consideramos que o reforço da orientação marxista-leninista no seio do movimento comunista internacional é uma condição sine qua non para sua necessária reorganização.
As revistas teóricas e políticas dos Partidos Comunistas que cooperam na publicação da REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL estão unidas com base na concepção comum sobre assuntos importantes relativos ao movimento comunista internacional, na defesa dos princípios do marxismo-leninismo, do internacionalismo proletário, da necessidade da revolução socialista, da ditadura do proletariado e da construção da sociedade socialista
Unimos nossas forças:
- para contribuir à reorganização teórica e ideológica do movimento comunista internacional sobre uma base marxista-leninista sólida, não obstante as diferentes aproximações em temas de estratégia.
- para sublinhar expressamente o papel de vanguarda da classe operária no processo revolucionário e seu papel dirigente na luta pelo progresso social, pela transição revolucionária do capitalismo ao socialismo.
- para defender os princípios leninistas do partido, em condições de crescimento da pressão sobre os Partidos Comunistas para sua incorporação à ordem capitalista.
- para mostrar a necessidade de lutar contra as uniões imperialistas, tais como o FMI, a OTAN, a UE, etc.
- para defender a experiência histórica do movimento comunista internacional, com segurança, sem negar a necessária crítica e as conclusões científicas que ajudaram o atual movimento comunista internacional a dar passos adiante. Consideramos que é necessário seguir a via das tradições revolucionárias da Comuna de Paris, da Revolução Socialista de Outubro, da Internacional Comunista e da experiência socialista da URSS e dos outros países.
A reorganização teórica e ideológica do movimento comunista internacional não pode realizar-se sem uma firme confrontação das correntes que atuam no seio do movimento operário, tais como a socialdemocracia, todo tipo de oportunismo dentro do movimento comunista, revisionismo, reformismo, nacionalismo, cosmopolitismo e liberalismo.
Por isso, expomos abertamente, ao conjunto do movimento comunista internacional, nossas posições, nossa concepção e nossa crítica ao existente retrocesso e distorção do marxismo e contribuímos ao início de uma discussão importante em suas fileiras para sua orientação teórica e ideológica. Nos dirigimos a todas as publicações teóricas dos Partidos Comunistas que apóiam os princípios acima expressos e que queiram contribuir neste esforço.
Julgamos necessário dedicar o primeiro número da REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL à atual crise econômica capitalista internacional, que assinala os limites históricos do modo de produção capitalista e acumula material explosivo que pode contribuir aos processos revolucionários nos anos vindouros.”
Original: Site da Revista Comunista Internacional http://www.iccr.gr
PCB SAÚDA A REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL!
É com muita honra que o PCB apresenta abaixo o editorial do primeiro número da REVISTA COMUNISTA INTERNACIONAL, que nasce como um importante instrumento do proletariado e dos setores populares na luta contra o capital.
A Revista surge no nonagésimo aniversário de fundação da III Internacional.
O lançamento da Revista Comunista Internacional foi anunciado no Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, que se deu na Índia recentemente. A iniciativa é de Partidos marxistas-leninistas, com os quais o PCB tem grandes afinidades políticas e ideológicas e vem se relacionando na perspectiva de contribuir para o revigoramento do caráter revolucionário do Movimento Comunista Internacional: Partido Comunista da Grécia, Partido do Trabalho da Bélgica, Partido Comunista Operário da Hungria, Partido Socialista da Letônia, Partido Comunista de Luxemburgo, Partido dos Comunistas de México, Partido Comunista dos Povos de Espanha, Partido Comunista Operário da Rússia, Partido Comunista Turco e Partido Comunista de Venezuela. Inicialmente, a Revista será editada apenas nos idiomas inglês, grego, espanhol e russo.
A Comissão Política Nacional do PCB, aprovando relatório das atividades de seus delegados presentes ao Encontro Mundial torna público à sua militância, a seus amigos e simpatizantes e aos revolucionários brasileiros de uma maneira geral que o nosso Partido assumiu a responsabilidade pela edição da Revista Comunista Internacional, em língua portuguesa, para distribuição no Brasil.
Diante deste fato histórico para o movimento revolucionário no âmbito mundial, o PCB envidará todos os seus esforços para aportar a esta iniciativa a contribuição que estiver à sua altura.
Viva a Revista Comunista Internacional!
Viva o Internacionalismo Proletário!
Dezembro de 2009
PCB – Partido Comunista Brasileiro
A Revista surge no nonagésimo aniversário de fundação da III Internacional.
O lançamento da Revista Comunista Internacional foi anunciado no Encontro Internacional de Partidos Comunistas e Operários, que se deu na Índia recentemente. A iniciativa é de Partidos marxistas-leninistas, com os quais o PCB tem grandes afinidades políticas e ideológicas e vem se relacionando na perspectiva de contribuir para o revigoramento do caráter revolucionário do Movimento Comunista Internacional: Partido Comunista da Grécia, Partido do Trabalho da Bélgica, Partido Comunista Operário da Hungria, Partido Socialista da Letônia, Partido Comunista de Luxemburgo, Partido dos Comunistas de México, Partido Comunista dos Povos de Espanha, Partido Comunista Operário da Rússia, Partido Comunista Turco e Partido Comunista de Venezuela. Inicialmente, a Revista será editada apenas nos idiomas inglês, grego, espanhol e russo.
A Comissão Política Nacional do PCB, aprovando relatório das atividades de seus delegados presentes ao Encontro Mundial torna público à sua militância, a seus amigos e simpatizantes e aos revolucionários brasileiros de uma maneira geral que o nosso Partido assumiu a responsabilidade pela edição da Revista Comunista Internacional, em língua portuguesa, para distribuição no Brasil.
Diante deste fato histórico para o movimento revolucionário no âmbito mundial, o PCB envidará todos os seus esforços para aportar a esta iniciativa a contribuição que estiver à sua altura.
Viva a Revista Comunista Internacional!
Viva o Internacionalismo Proletário!
Dezembro de 2009
PCB – Partido Comunista Brasileiro
VIOLÊNCIA NO FAROL
Esta blogueira vem, há alguns meses, publicando artigos em que problemas que afligem a população de Farol de São Tomé tem sido enumerados.
Segurança é um dos pontos nevrálgicos e o poder público não pode alegar que desconhece o problema, agravado hoje pelo intenso fluxo de pessoas. Nenhum governo pode planejar um evento de porte sem antes tomar as medidas necessárias para garantir a segurança de todos.
Abrir o jornal de hoje e constatar quão grande foram os problemas da virada do ano e do fim de semana prolongado causou indignação e nenhuma surpresa.
O ideal é que daqui por diante algo seja feito pelas autoridades, a fim de evitar a incidência de tantos acontecimentos impregnados de violência, aterrorizando pessoas que há muito frequentam a única praia campista.
Segurança é um dos pontos nevrálgicos e o poder público não pode alegar que desconhece o problema, agravado hoje pelo intenso fluxo de pessoas. Nenhum governo pode planejar um evento de porte sem antes tomar as medidas necessárias para garantir a segurança de todos.
Abrir o jornal de hoje e constatar quão grande foram os problemas da virada do ano e do fim de semana prolongado causou indignação e nenhuma surpresa.
O ideal é que daqui por diante algo seja feito pelas autoridades, a fim de evitar a incidência de tantos acontecimentos impregnados de violência, aterrorizando pessoas que há muito frequentam a única praia campista.
domingo, 3 de janeiro de 2010
DEPOIMENTO SOBRE INSEGURANÇA PÚBLICA II
Recebi por e-mail o depoimento de alguém, que solicitou que sua identidade não fosse revelada, sobre a publicação INSEGURANÇA PÚBLICA II:
"...quero expressar a minha revolta quanto a total falta de segurança em que vivemos. Quanto a praia de Farol a situação está pior do que a senhora imagina. Ao que tudo indica, nós pessoas de bem, não podemos mais usufruir de nenhuma tranquilidade na única praia campista.
Na noite do reveillon, vim para cá com minha família, e logo depois da ceia resolvi sair para ver o movimento na rua. Minha casa fica em local próximo de onde está montado o palco oficial, portanto fui caminhando, como não pretendia me demorar, não levei carteira nem celular. Pouco tempo depois resolvi retornar à casa , e foi aí que aconteceu o inesperado.
Estava eu, há apenas dez metros da minha casa, quando sobre mim avançou pelo menos uns 20. Fui a nocaute com um soco brutal no queixo e caí desmaiado. Roubaram o meu relógio e fugiram. Fiquei caído na rua e quando acordei ainda tonto, estava todo sujo de sangue e sentia forte dor no rosto.
Fui levado por familiares ao posto médico e foi detectado um corte interno na boca, no qual levei alguns pontos, além disso o Raio X mostrou uma fratura no maxilar.
Como já disse, meu sentimento é de revolta. Amanhã vou a um especialista, um bucomaxilo e corro o risco de precisar de intervenção cirúrgica.
Onde é que vamos parar? Sou bancário e estou de férias. Será que é justo quem trabalha ficar privado do descanso merecido por causa da falta de responsabilidade de quem governa?
A passagem de R$1,00 está servindo mais aos bandidos que hoje ameaçam a nossa integridade física, do que ao trabalhador. O policiamento não é suficiente para evitar a ação deles. Ou será que a idéia é proporcionar aos bandidos um excelente verão e nós que trabalhamos seremos obrigados a ficar trancados em casa?
Juro que quando me olho no espelho e vejo meu rosto inchado, além da dor que não passa, minha vontade é procurar a prefeita na casa dela e mostrar para ela o que significa ela facilitar a ocupação de bandidos no Farol. Se não fui ainda, é porque não sei onde é a casa dela.
(...)"
"...quero expressar a minha revolta quanto a total falta de segurança em que vivemos. Quanto a praia de Farol a situação está pior do que a senhora imagina. Ao que tudo indica, nós pessoas de bem, não podemos mais usufruir de nenhuma tranquilidade na única praia campista.
Na noite do reveillon, vim para cá com minha família, e logo depois da ceia resolvi sair para ver o movimento na rua. Minha casa fica em local próximo de onde está montado o palco oficial, portanto fui caminhando, como não pretendia me demorar, não levei carteira nem celular. Pouco tempo depois resolvi retornar à casa , e foi aí que aconteceu o inesperado.
Estava eu, há apenas dez metros da minha casa, quando sobre mim avançou pelo menos uns 20. Fui a nocaute com um soco brutal no queixo e caí desmaiado. Roubaram o meu relógio e fugiram. Fiquei caído na rua e quando acordei ainda tonto, estava todo sujo de sangue e sentia forte dor no rosto.
Fui levado por familiares ao posto médico e foi detectado um corte interno na boca, no qual levei alguns pontos, além disso o Raio X mostrou uma fratura no maxilar.
Como já disse, meu sentimento é de revolta. Amanhã vou a um especialista, um bucomaxilo e corro o risco de precisar de intervenção cirúrgica.
Onde é que vamos parar? Sou bancário e estou de férias. Será que é justo quem trabalha ficar privado do descanso merecido por causa da falta de responsabilidade de quem governa?
A passagem de R$1,00 está servindo mais aos bandidos que hoje ameaçam a nossa integridade física, do que ao trabalhador. O policiamento não é suficiente para evitar a ação deles. Ou será que a idéia é proporcionar aos bandidos um excelente verão e nós que trabalhamos seremos obrigados a ficar trancados em casa?
Juro que quando me olho no espelho e vejo meu rosto inchado, além da dor que não passa, minha vontade é procurar a prefeita na casa dela e mostrar para ela o que significa ela facilitar a ocupação de bandidos no Farol. Se não fui ainda, é porque não sei onde é a casa dela.
(...)"
sábado, 2 de janeiro de 2010
INSEGURANÇA PÚBLICA ll
A praia de Farol de São Tomé está bastante movimentada, o que é positivo para aumentar a oferta de empregos temporários, pelo menos, durante a temporada de verão. O comércio local, neste período, ganha um fôlego para suportar a escassez do restante do ano.
Entretanto, tudo isso seria muito bom se todos tivessem a garantia de uma segurança pública no Farol. O que, definitivamente não ocorre.
Interessante observar que o alto índíce de violência nesta época do ano, que cresce em função do grande fluxo de pessoas,os registros sequer aparecem. Os roubos à residências, assaltos nas ruas, com espancamento das vítimas, homicídios e ferimentos ocasionados por balas e facas,etc. Todas essas ocorrências são abafadas pelas autoridades competentes,um ou outro caso vem à tona. A maioria no entanto,somente a população local, que assiste ou são vítimas das atrocidades, sabe bem.
Pode se observar algumas viaturas circulando nas ruas, sem que isso represente uma presença significativa da Polícia Militar no Farol. Além disso, em maior número, está a guarda municipal, principalmente durante o trio-elétrico, porém insuficiente para inibir a ação de assaltantes organizados em meio a multidão.
A pergunta que não quer calar é a seguinte:
SE A PM NÃO PODE ATENDER ÁQUELES QUE CORREM RISCOS NO CENTRO DA CIDADE, PORQUE ESTÃO NO FAROL, E SE NO FAROL O CLIMA DE INSEGURANÇA É GRANDE PELA AUSÊNCIA DELES, ONDE SERÁ QUE ELES ESTÃO?
Entretanto, tudo isso seria muito bom se todos tivessem a garantia de uma segurança pública no Farol. O que, definitivamente não ocorre.
Interessante observar que o alto índíce de violência nesta época do ano, que cresce em função do grande fluxo de pessoas,os registros sequer aparecem. Os roubos à residências, assaltos nas ruas, com espancamento das vítimas, homicídios e ferimentos ocasionados por balas e facas,etc. Todas essas ocorrências são abafadas pelas autoridades competentes,um ou outro caso vem à tona. A maioria no entanto,somente a população local, que assiste ou são vítimas das atrocidades, sabe bem.
Pode se observar algumas viaturas circulando nas ruas, sem que isso represente uma presença significativa da Polícia Militar no Farol. Além disso, em maior número, está a guarda municipal, principalmente durante o trio-elétrico, porém insuficiente para inibir a ação de assaltantes organizados em meio a multidão.
A pergunta que não quer calar é a seguinte:
SE A PM NÃO PODE ATENDER ÁQUELES QUE CORREM RISCOS NO CENTRO DA CIDADE, PORQUE ESTÃO NO FAROL, E SE NO FAROL O CLIMA DE INSEGURANÇA É GRANDE PELA AUSÊNCIA DELES, ONDE SERÁ QUE ELES ESTÃO?
INSEGURANÇA PÚBLICA l
É inadmissível a falta de segurança pública em Campos dos Goytacazes. O ano de 2009 encerrou com número de homicídios tão grande que nos remete a possiblidade de estarmos vivenciando uma onda de extermínio.
Não bastasse isso, o número de roubos em residências, tanto na área central da cidade como nas mais distantes,é algo surpreendente. Sem falar nas famílias que têm ficado nas mãos de ladrões, dentro de suas próprias casas.
Tudo isso é alarmante. Mais ainda, o descaso das autoridades governamentais que não tomam as devidas providências e deixam a população refém do índice crescente de violência.
Só para ilustrar, no dia 31 de dezembro de 2009, um casal de amigos que reside no centro de Campos, enquanto se preparava para viajar, percebeu uma movimentação diferente ao redor de sua casa. O cão estava agitado, correndo de um lado para o outro do quintal. Quando olharam pela fresta da janela avistaram um homem em cima do muro da casa, jogando comida para o cão a fim de ludibriá-lo . Na outra extremidade, havia um outro homem fazendo o mesmo, o que deixou claro o motivo da inquietude do animal e a intenção dos suspeitos.
Imediatamente discaram o 190 para acionar a PM para socorrê-los e a resposta foi a seguinte: "SENHOR, LAMENTAMOS MAIS NÃO PODEMOS FAZER NADA. SÓ ESTAMOS ATENDENDO EMERGÊNCIAS. A PRIORIDADE HOJE É GARANTIR A SEGURANÇA NO FAROL"
Sem ter a quem recorrer, o casal começou a acionar o controle remoto de seu carro, ligando e desligando várias vezes, até que conseguiram afugentar os meliantes e puderam sair da casa.
Ora senhores! Qual a concepção de SEGURANÇA PÚBLICA para o governador Sérgio Cabral e para a prefeita Rosinha?
Ambos têm a garantia de segurança particular, carro blindado, etc. E o povo?
Os cidadãos estão entregues a sua própria sorte, sendo lesados em sua dignidade e o legado conferido pelos governantes, eleitos pelo voto popular, é o da INSEGURANÇA PÚBLICA.
Não bastasse isso, o número de roubos em residências, tanto na área central da cidade como nas mais distantes,é algo surpreendente. Sem falar nas famílias que têm ficado nas mãos de ladrões, dentro de suas próprias casas.
Tudo isso é alarmante. Mais ainda, o descaso das autoridades governamentais que não tomam as devidas providências e deixam a população refém do índice crescente de violência.
Só para ilustrar, no dia 31 de dezembro de 2009, um casal de amigos que reside no centro de Campos, enquanto se preparava para viajar, percebeu uma movimentação diferente ao redor de sua casa. O cão estava agitado, correndo de um lado para o outro do quintal. Quando olharam pela fresta da janela avistaram um homem em cima do muro da casa, jogando comida para o cão a fim de ludibriá-lo . Na outra extremidade, havia um outro homem fazendo o mesmo, o que deixou claro o motivo da inquietude do animal e a intenção dos suspeitos.
Imediatamente discaram o 190 para acionar a PM para socorrê-los e a resposta foi a seguinte: "SENHOR, LAMENTAMOS MAIS NÃO PODEMOS FAZER NADA. SÓ ESTAMOS ATENDENDO EMERGÊNCIAS. A PRIORIDADE HOJE É GARANTIR A SEGURANÇA NO FAROL"
Sem ter a quem recorrer, o casal começou a acionar o controle remoto de seu carro, ligando e desligando várias vezes, até que conseguiram afugentar os meliantes e puderam sair da casa.
Ora senhores! Qual a concepção de SEGURANÇA PÚBLICA para o governador Sérgio Cabral e para a prefeita Rosinha?
Ambos têm a garantia de segurança particular, carro blindado, etc. E o povo?
Os cidadãos estão entregues a sua própria sorte, sendo lesados em sua dignidade e o legado conferido pelos governantes, eleitos pelo voto popular, é o da INSEGURANÇA PÚBLICA.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
FELIZ 2010!!!
À todos camaradas, amigos, seguidores e leitores do Blog PALAVRAS ACESAS, votos de um 2010 repleto de boas energias, surpresas agradáveis e vitórias de todas as nossas lutas.
Saúde e Paz!
VIVA 2010!!!
Saúde e Paz!
VIVA 2010!!!
FAROL DE SÃO TOMÉ ESTÁ NA "MERDA"
Está aberta a temporada de verão no Farol de São Tomé. Saudação ao Ano Novo que vai chegar, festas, badalações...
Tudo aparentemente preparado para agradar àqueles que só visitam o Farol nesta época do ano e desconhecem o dia-a-dia dos moradores e tudo o que falta para lhes conferir dignidade.
Vai governo, vem governo e a política do "pão e circo" se repete. A fantasia acaba quando as últimas luzes da ribalta se apagam e aí mais um ano de dificuldades se confirma. A iluminação volta a ser precária, as ruas enchem de buracos, falta segurança pública, falta médico no posto de atendimento e a construção de um hospital é uma necessidade distante de ser atendida.
Entretanto, mesmo com todo os preparativos para o verão, o Farol está na "merda". Com festa ou sem ela, o saneamento não existe no Farol. É uma vergonha. As fossas, sistema de armazenamento de fezes, ora ou outra transbordam. A empresa hoje responsável pelo seu esgotamento é a concessionária Águas do Paraíba, que apresenta uma deficiência no atendimento, já que são muitos os prédios residenciais e comerciais, inclusive pousadas e hotéis.
Os maus odores exalam entre a iluminação festiva. Uma pessoa que requisita o esgotamento de sua fossa precisa esperar, no mínimo, 40 dias. Esse prazo, na maioria das vezes, ultrapassa 60 dias e nada. Uns são atendidos, outros não.
Ao governo interessa somente as obras eleitoreiras, que podem ser vistas por todos em detrimento dos investimentos necessários com infraestrutura.
Estamos no séc. XXI e investimentos indispensáveis, tais como saneamento básico ainda não é uma realidade para todos.
Tudo aparentemente preparado para agradar àqueles que só visitam o Farol nesta época do ano e desconhecem o dia-a-dia dos moradores e tudo o que falta para lhes conferir dignidade.
Vai governo, vem governo e a política do "pão e circo" se repete. A fantasia acaba quando as últimas luzes da ribalta se apagam e aí mais um ano de dificuldades se confirma. A iluminação volta a ser precária, as ruas enchem de buracos, falta segurança pública, falta médico no posto de atendimento e a construção de um hospital é uma necessidade distante de ser atendida.
Entretanto, mesmo com todo os preparativos para o verão, o Farol está na "merda". Com festa ou sem ela, o saneamento não existe no Farol. É uma vergonha. As fossas, sistema de armazenamento de fezes, ora ou outra transbordam. A empresa hoje responsável pelo seu esgotamento é a concessionária Águas do Paraíba, que apresenta uma deficiência no atendimento, já que são muitos os prédios residenciais e comerciais, inclusive pousadas e hotéis.
Os maus odores exalam entre a iluminação festiva. Uma pessoa que requisita o esgotamento de sua fossa precisa esperar, no mínimo, 40 dias. Esse prazo, na maioria das vezes, ultrapassa 60 dias e nada. Uns são atendidos, outros não.
Ao governo interessa somente as obras eleitoreiras, que podem ser vistas por todos em detrimento dos investimentos necessários com infraestrutura.
Estamos no séc. XXI e investimentos indispensáveis, tais como saneamento básico ainda não é uma realidade para todos.
domingo, 27 de dezembro de 2009
PODER SEM PUDOR
Em minhas elocubrações esse tema tem me ocorrido com frequência: PODER SEM PUDOR. Fico analisando a dinâmica de natureza pobre, pelo menos para mim, da política que se desenha para mais um ano eleitoral.
As eleições burguesas são destituídas de elementos que possam causar surpresas. É tudo muito previsível. Ganha a eleição quem tem aporte financeiro para comprar o eleitor. Seja com programas eleitorais com muita animação e nenhum projeto para a sociedade ou literalmente com a compra de votos, de forma acintosa e tão profissionalizada que a Justiça não consegue coibir.
No período que antecede as eleições, já podemos perceber os novos arranjos políticos e e aí que começa a total falta de PUDOR. Tudo pelo PODER. Quem há pouquissímo tempo era desafeto, vira amiguinho de infância. Ideologia partidária? Eles nem sabem o que é. O período eleitoral vira uma sopa de siglas partidárias onde todos os "p" se juntam em nome daquilo que mais almejam: o poder pelo poder. E o povo? Esse não precisa entender essa salada russa. Basta que na hora H deposite seu voto naquele, que mesmo com a experiência de mandatos medíocres, faz promessas que jamais serão cumpridas.
Se o povo soubesse, ao menos, quanto custa aos cofres públicos um Presidente da República, um Senador, um Governador, um Deputado Estadual ou Federal e que é ele quem paga às custas de sua pobreza, de seu salário miserável, de sua falta de assistência médica, da falta de investimento em educação para seus filhos, etc, talvez tomasse um choque e procurasse conhecer o currículo do candidato em quem pensa em votar.
Em 2010 seria muito bom que os maus políticos fossem banidos da esfera de poder, pela expressão do voto popular. Talvez sobrassem cadeiras, o que não faria tanta diferença, pois seria trocar o quantitativo pelo qualitativo. E vamos combinar que, com muitos eleitos que se dedicam a negociatas e vantagens pessoais, 1/3 destes com o desejo de construir um projeto para a sociedade já seria um grande avanço.
As eleições burguesas são destituídas de elementos que possam causar surpresas. É tudo muito previsível. Ganha a eleição quem tem aporte financeiro para comprar o eleitor. Seja com programas eleitorais com muita animação e nenhum projeto para a sociedade ou literalmente com a compra de votos, de forma acintosa e tão profissionalizada que a Justiça não consegue coibir.
No período que antecede as eleições, já podemos perceber os novos arranjos políticos e e aí que começa a total falta de PUDOR. Tudo pelo PODER. Quem há pouquissímo tempo era desafeto, vira amiguinho de infância. Ideologia partidária? Eles nem sabem o que é. O período eleitoral vira uma sopa de siglas partidárias onde todos os "p" se juntam em nome daquilo que mais almejam: o poder pelo poder. E o povo? Esse não precisa entender essa salada russa. Basta que na hora H deposite seu voto naquele, que mesmo com a experiência de mandatos medíocres, faz promessas que jamais serão cumpridas.
Se o povo soubesse, ao menos, quanto custa aos cofres públicos um Presidente da República, um Senador, um Governador, um Deputado Estadual ou Federal e que é ele quem paga às custas de sua pobreza, de seu salário miserável, de sua falta de assistência médica, da falta de investimento em educação para seus filhos, etc, talvez tomasse um choque e procurasse conhecer o currículo do candidato em quem pensa em votar.
Em 2010 seria muito bom que os maus políticos fossem banidos da esfera de poder, pela expressão do voto popular. Talvez sobrassem cadeiras, o que não faria tanta diferença, pois seria trocar o quantitativo pelo qualitativo. E vamos combinar que, com muitos eleitos que se dedicam a negociatas e vantagens pessoais, 1/3 destes com o desejo de construir um projeto para a sociedade já seria um grande avanço.
PALESTINA LIVRE!!!
Essa luta é de todos nós.
Nota Política do PCB
O próximo dia 27 de dezembro marca um ano da invasão genocida do Estado de Israel à Faixa de Gaza, que destruiu toda a infraestrutura da região, saneamento, distribuição de água e eletricidade, comunicação e rodovias, além de escolas, creches, hospitais, dezenas de milhares de residências e centenas de prédios públicos.
A insana investida israelense ocorreu às vésperas da posse do então recém eleito presidente dos EUA, Barack Obama, candidato pelo Partido Democrata, que, durante a campanha, havia prometido uma mudança radical na política externa norte- americana, incluindo a retirada das tropas estadunidenses do Iraque e do Afeganistão, além do reconhecimento do Estado Palestino e do fim dos conflitos na região.
Passado um ano, nada disso ocorreu. Ao contrário, o que se vê é justamente o recrudescimento da agressividade imperialista na região do Oriente Médio.
A população da Faixa de Gaza foi submetida a um dos maiores ataques por terra e ar desde o fim da 2ª Guerra Mundial. Mais de uma tonelada de bombas foram despejadas por dia sobre um povo indefeso, em condições desiguais para combater.
Além dos ataques militares, Israel aumentou o cerco a Gaza, proibindo a entrada de remédios e alimentos durante dias, o que agravou sobremaneira a condição de penúria do povo palestino, vítima de um verdadeiro genocídio.
Até hoje, diversos hospitais operam em condições precárias, falta distribuição de água em várias partes de Gaza e o embargo a diversos produtos de primeira necessidade ainda continua nas fronteiras policiadas por Israel.
De tudo o que se tentou destruir, a única coisa que não se abalou foi a determinação do povo palestino em resistir heroicamente, como tem feito há décadas contra a invasão israelense, promovida e apoiada pelo imperialismo, sobretudo o norte-americano.
A cada dia que passa cai mais a máscara de Obama, cujas promessas de campanha para o Oriente Médio não passaram de palavras ao vento: mantém-se o processo de opressão e o quadro de instabilidade na região. Acima do discurso fácil de campanha eleitoral, estão os interesses das grandes empresas bélicas e do petróleo, que de fato mandam na Casa Branca e operam as ações no Oriente Médio.
Nós do PCB sempre estivemos ao lado dos povos que lutam contra a opressão e o domínio imperialista em seus territórios. Estivemos ao lado do povo palestino em todos os momentos mais difíceis da sua resistência e luta política e não será diferente enquanto não se conquistar a autonomia do Estado Palestino.
Conclamamos toda a nossa militância e as organizações internacionalistas a promoverem atos de solidariedade aos povos do Oriente Médio que lutam contra as ocupações e imposições imperialistas e, em especial ao povo palestino que, a cada ataque, a cada ação fascista do Estado de Israel e dos EUA, nos dão uma lição de heroísmo, resistência e persistência pelo direito de viver em sua terra, com paz, liberdade e dignidade.
Comitê Central do PCB.
Dezembro de 2009.
Nota Política do PCB
O próximo dia 27 de dezembro marca um ano da invasão genocida do Estado de Israel à Faixa de Gaza, que destruiu toda a infraestrutura da região, saneamento, distribuição de água e eletricidade, comunicação e rodovias, além de escolas, creches, hospitais, dezenas de milhares de residências e centenas de prédios públicos.
A insana investida israelense ocorreu às vésperas da posse do então recém eleito presidente dos EUA, Barack Obama, candidato pelo Partido Democrata, que, durante a campanha, havia prometido uma mudança radical na política externa norte- americana, incluindo a retirada das tropas estadunidenses do Iraque e do Afeganistão, além do reconhecimento do Estado Palestino e do fim dos conflitos na região.
Passado um ano, nada disso ocorreu. Ao contrário, o que se vê é justamente o recrudescimento da agressividade imperialista na região do Oriente Médio.
A população da Faixa de Gaza foi submetida a um dos maiores ataques por terra e ar desde o fim da 2ª Guerra Mundial. Mais de uma tonelada de bombas foram despejadas por dia sobre um povo indefeso, em condições desiguais para combater.
Além dos ataques militares, Israel aumentou o cerco a Gaza, proibindo a entrada de remédios e alimentos durante dias, o que agravou sobremaneira a condição de penúria do povo palestino, vítima de um verdadeiro genocídio.
Até hoje, diversos hospitais operam em condições precárias, falta distribuição de água em várias partes de Gaza e o embargo a diversos produtos de primeira necessidade ainda continua nas fronteiras policiadas por Israel.
De tudo o que se tentou destruir, a única coisa que não se abalou foi a determinação do povo palestino em resistir heroicamente, como tem feito há décadas contra a invasão israelense, promovida e apoiada pelo imperialismo, sobretudo o norte-americano.
A cada dia que passa cai mais a máscara de Obama, cujas promessas de campanha para o Oriente Médio não passaram de palavras ao vento: mantém-se o processo de opressão e o quadro de instabilidade na região. Acima do discurso fácil de campanha eleitoral, estão os interesses das grandes empresas bélicas e do petróleo, que de fato mandam na Casa Branca e operam as ações no Oriente Médio.
Nós do PCB sempre estivemos ao lado dos povos que lutam contra a opressão e o domínio imperialista em seus territórios. Estivemos ao lado do povo palestino em todos os momentos mais difíceis da sua resistência e luta política e não será diferente enquanto não se conquistar a autonomia do Estado Palestino.
Conclamamos toda a nossa militância e as organizações internacionalistas a promoverem atos de solidariedade aos povos do Oriente Médio que lutam contra as ocupações e imposições imperialistas e, em especial ao povo palestino que, a cada ataque, a cada ação fascista do Estado de Israel e dos EUA, nos dão uma lição de heroísmo, resistência e persistência pelo direito de viver em sua terra, com paz, liberdade e dignidade.
Comitê Central do PCB.
Dezembro de 2009.
DECLARAÇÃO DE CARACAS
Aos 185 anos da transcendente batalha de Ayacucho que pôs fim ao colonialismo espanhol e deu início a nossa primeira independência ...
Desde Caracas, local de nascimento do Libertador, a capital da revolução bolivariana liderada pelo comandante Chávez, declaramos aos povos do mundo:
Somos Movimento Continental Bolivariano, depois de transitar através da trajetória de sucesso da Coordenadora Continental Bolivariana (CCB).
Somos Movimento Continental Bolivariano (MCB), para assumir com inteligência e paixão revolucionária a causa heróica da Pátria Grande e do socialismo emancipador.
Somos "pensamento e ação fundidos em armas contra as injustiças". Unidade de uma grande variedade e combinação de diferentes identidades políticas, sociais, culturais e revolucionárias.
Somos a combinação de várias formas e métodos de luta.
Nesta hora crucial para os nossos povos, assumimos com determinação as respostas que, desde as mais variadas resistências e ofensivas em curso sofrem o traiçoeiro e desesperado contra-ataque da militarizada superpotência em evidente declínio como império do “Norte revolto e brutal".
A revolução bolivariana, ponto de partida junto à insurgência zapatista no México, desta nova e promissora época, e a heróica revolução cubana, principal conquista dos povos das Américas no século XX, serão defendidas com o coração e a alma por nosso movimento. Com indignação carregada de sangue se for necessário!
Os avanços políticos e sociais de diferentes projetos no Equador, Bolívia, Nicarágua, El Salvador, Uruguai, Brasil ... e, especialmente, a ALBA e tudo o que aponte na direção da autodeterminação, para as profundas reformas e para transformações revolucionárias, assim como as perspectivas de aprofundamento e ampliação destes processos, terão no MCB um bastião de solidariedade e impulso desde a resistência e ofensivas de nossos povos.
Ajudar a derrotar o regime golpista em Honduras e abrir um canal para a constituinte popular é uma questão de honra.
Abortar todas as tentativas de golpe semelhante no Paraguai ou em qualquer lugar, é um dever incontornável.
Vamos fazer o impossível para ajudar a isolar e derrotar o monstro narco-para-terrorista que representa o regime de Álvaro Uribe, imposto a sangue e fogo neste país irmão, com pretensões de se espalhar para outras nações da região.
Contribuiremos para a troca humanitária de prisioneiros e prisioneiros e para uma solução política para o conflito armado colombiano em busca da desejada paz.
Não há chantagem sobre o planeta que nos levará a renunciar ao merecido apoio à insurgência e todas as forças sociais e políticas democráticas que representam a liberdade e emancipação do povo colombiano. A mesma atitude assumimos frente à insurgência indígena no México e no resto do continente.
Não nos assustam a arrogância, a agressividade e a vocação belicista de um imperialismo decadente e senil, tomado de imperativas razões de sobrevivência e incerta continuidade, apropria-se através da força militar do valioso patrimônio natural dos nossos povos, para tentar reverter sua ofensiva transformadora e desestabilizar e erradicar os governos revolucionários e progressistas da região.
Ninguém pode tirar o que conquistamos. Ninguém poderá apoderar-se impunemente das fontes de água, biodiversidade, minerais, mares, florestas, praias, reservas científicas e valores culturais.
Desde que nossos territórios habitados por nossos povos indígenas, trabalhadores e trabalhadoras, camponeses, jovens, crianças, comunidades rurais e urbanas, as mulheres discriminadas, as igrejas dos pobres, negros, mestiços, etnias discriminadas, artistas e intelectuais, cooperativistas e produtores nacionais, vamos travar as lutas necessárias para preservar e assumir coletivamente essas riquezas, para evitar a sua conversão em fontes de exploração, expansão e lucro das grandes empresas transnacionais e oligárquicas. Igualmente acompanharemos a insubmissão contra todas as formas de exploração, dominação e exclusão de que somos vítimas.
Seremos combatentes pela libertação dos presos políticos colombianos, venezuelanos, hondurenhos, bascos, peruanos e porto-riquenhos que cumprem penas por sua luta de libertação e de solidariedade nas prisões de impérios e governos antidemocráticos na América, Europa, África e Ásia.
Nossas pequenas pátrias amadas, caminho para a construção da Grande Pátria que Bolívar sonhou, terão em conta no MCB um firme defensor contra os desmandos do imperialismo americano e europeu
As bases gringas na Colômbia, Honduras, Porto Rico e em todo o continente irão enfrentar em breve o clamor e a mobilização que as isolarão, reforçando a resposta suficiente para deter os perversos planos de guerra que envolvem a sua presença e expansão na Nossa América e que, se implementadas, podem ser derrotadas por nossos povos.
A unidade antiimperialista será uma das nossas relevantes metas. Confluiremos em todas as iniciativas que a ampliem e fortaleçam.
Não haverá justa causa no mundo que não conte com o nosso concurso militante.
As resistências e lutas dos povos do Iraque, Irã, Afeganistão, Paquistão, Curdistão, Turquia, Euskal Herria, Galiza, República Saharaui, e outros povos da África, terão no MCB um aliado forte e leal.
As demandas e as lutas dos imigrantes do Terceiro Mundo na Europa e nos E.U.A. serão apoiadas com determinação. Não haverá presos ou detidos nas prisões do império e dos Estados repressivos que não ouçam o nosso grito de liberdade.
O colonialismo em Porto Rico, nas Ilhas Malvinas e ao longo das ilhas do Caribe e do mundo nos terão pela frente.
ABAIXO AS COLÔNIAS! VIVA A LIBERDADE DOS POVOS!
SOMOS MCB!
SOMOS A DEMOCRACIA VERDADEIRA, O ANTIIMPERIALISMO E O ANTICAPITALISMO!
SOMOS A TRANSIÇÃO CRIADORA PARA O SOCIALISMO!
EM BOLÍVAR E NOS HERÓS DA AMÉRICA NOS ENCONTRAMOS!
ATÉ A VITÓRIA, SEMPRE!
CARACAS, 9 de dezembro de 2009
Desde Caracas, local de nascimento do Libertador, a capital da revolução bolivariana liderada pelo comandante Chávez, declaramos aos povos do mundo:
Somos Movimento Continental Bolivariano, depois de transitar através da trajetória de sucesso da Coordenadora Continental Bolivariana (CCB).
Somos Movimento Continental Bolivariano (MCB), para assumir com inteligência e paixão revolucionária a causa heróica da Pátria Grande e do socialismo emancipador.
Somos "pensamento e ação fundidos em armas contra as injustiças". Unidade de uma grande variedade e combinação de diferentes identidades políticas, sociais, culturais e revolucionárias.
Somos a combinação de várias formas e métodos de luta.
Nesta hora crucial para os nossos povos, assumimos com determinação as respostas que, desde as mais variadas resistências e ofensivas em curso sofrem o traiçoeiro e desesperado contra-ataque da militarizada superpotência em evidente declínio como império do “Norte revolto e brutal".
A revolução bolivariana, ponto de partida junto à insurgência zapatista no México, desta nova e promissora época, e a heróica revolução cubana, principal conquista dos povos das Américas no século XX, serão defendidas com o coração e a alma por nosso movimento. Com indignação carregada de sangue se for necessário!
Os avanços políticos e sociais de diferentes projetos no Equador, Bolívia, Nicarágua, El Salvador, Uruguai, Brasil ... e, especialmente, a ALBA e tudo o que aponte na direção da autodeterminação, para as profundas reformas e para transformações revolucionárias, assim como as perspectivas de aprofundamento e ampliação destes processos, terão no MCB um bastião de solidariedade e impulso desde a resistência e ofensivas de nossos povos.
Ajudar a derrotar o regime golpista em Honduras e abrir um canal para a constituinte popular é uma questão de honra.
Abortar todas as tentativas de golpe semelhante no Paraguai ou em qualquer lugar, é um dever incontornável.
Vamos fazer o impossível para ajudar a isolar e derrotar o monstro narco-para-terrorista que representa o regime de Álvaro Uribe, imposto a sangue e fogo neste país irmão, com pretensões de se espalhar para outras nações da região.
Contribuiremos para a troca humanitária de prisioneiros e prisioneiros e para uma solução política para o conflito armado colombiano em busca da desejada paz.
Não há chantagem sobre o planeta que nos levará a renunciar ao merecido apoio à insurgência e todas as forças sociais e políticas democráticas que representam a liberdade e emancipação do povo colombiano. A mesma atitude assumimos frente à insurgência indígena no México e no resto do continente.
Não nos assustam a arrogância, a agressividade e a vocação belicista de um imperialismo decadente e senil, tomado de imperativas razões de sobrevivência e incerta continuidade, apropria-se através da força militar do valioso patrimônio natural dos nossos povos, para tentar reverter sua ofensiva transformadora e desestabilizar e erradicar os governos revolucionários e progressistas da região.
Ninguém pode tirar o que conquistamos. Ninguém poderá apoderar-se impunemente das fontes de água, biodiversidade, minerais, mares, florestas, praias, reservas científicas e valores culturais.
Desde que nossos territórios habitados por nossos povos indígenas, trabalhadores e trabalhadoras, camponeses, jovens, crianças, comunidades rurais e urbanas, as mulheres discriminadas, as igrejas dos pobres, negros, mestiços, etnias discriminadas, artistas e intelectuais, cooperativistas e produtores nacionais, vamos travar as lutas necessárias para preservar e assumir coletivamente essas riquezas, para evitar a sua conversão em fontes de exploração, expansão e lucro das grandes empresas transnacionais e oligárquicas. Igualmente acompanharemos a insubmissão contra todas as formas de exploração, dominação e exclusão de que somos vítimas.
Seremos combatentes pela libertação dos presos políticos colombianos, venezuelanos, hondurenhos, bascos, peruanos e porto-riquenhos que cumprem penas por sua luta de libertação e de solidariedade nas prisões de impérios e governos antidemocráticos na América, Europa, África e Ásia.
Nossas pequenas pátrias amadas, caminho para a construção da Grande Pátria que Bolívar sonhou, terão em conta no MCB um firme defensor contra os desmandos do imperialismo americano e europeu
As bases gringas na Colômbia, Honduras, Porto Rico e em todo o continente irão enfrentar em breve o clamor e a mobilização que as isolarão, reforçando a resposta suficiente para deter os perversos planos de guerra que envolvem a sua presença e expansão na Nossa América e que, se implementadas, podem ser derrotadas por nossos povos.
A unidade antiimperialista será uma das nossas relevantes metas. Confluiremos em todas as iniciativas que a ampliem e fortaleçam.
Não haverá justa causa no mundo que não conte com o nosso concurso militante.
As resistências e lutas dos povos do Iraque, Irã, Afeganistão, Paquistão, Curdistão, Turquia, Euskal Herria, Galiza, República Saharaui, e outros povos da África, terão no MCB um aliado forte e leal.
As demandas e as lutas dos imigrantes do Terceiro Mundo na Europa e nos E.U.A. serão apoiadas com determinação. Não haverá presos ou detidos nas prisões do império e dos Estados repressivos que não ouçam o nosso grito de liberdade.
O colonialismo em Porto Rico, nas Ilhas Malvinas e ao longo das ilhas do Caribe e do mundo nos terão pela frente.
ABAIXO AS COLÔNIAS! VIVA A LIBERDADE DOS POVOS!
SOMOS MCB!
SOMOS A DEMOCRACIA VERDADEIRA, O ANTIIMPERIALISMO E O ANTICAPITALISMO!
SOMOS A TRANSIÇÃO CRIADORA PARA O SOCIALISMO!
EM BOLÍVAR E NOS HERÓS DA AMÉRICA NOS ENCONTRAMOS!
ATÉ A VITÓRIA, SEMPRE!
CARACAS, 9 de dezembro de 2009
SOLIDARIEDADE AO POVO PALESTINO
MENSAGEM DO COMITÊ DE SOLIDARIEDADE À LUTA DO POVO PALESTINO
Camaradas
Para aqueles que tem coragem
Coragem de dizer ao mundo a verdadeira história da Palestina,
Coragem de construir a PALESTINA LIVRE
2010 a aurora do levante!
Quero dizer ao mundo
Sobre uma casa com a lanterna quebrada
E uma boneca...
Sobre um pequenique de que não gostaram
Sobre um machado que matou uma tulipa
Uma história sobre um fogo que consumiu uma trança
Uma história sobre uma lágrima que não pode parar
Quero contar uma história sobre uma cabra que não foi ordenhada
Sobre a massa de farinha de uma mãe que não foi assada
sobre um casamento que não foi celebrado
E uma menina que não cresceu
Sobre o futebol em que ninguém foi expulso
Sobre uma pomba que não voou
Eu quero contar uma história sobre uma chave que não foi usada
Sobre uma sala de aula que não teve aula
Sobre um paqrque que foi silenciado
Sobre um livro que não foi lido
Sobre uma fazenda cercada, e sobre os frutos que não foram escolhidos
SOBRE UMA MENTIRA QUE NÃO FOI DESCOBERTA
Uma história sobre uma Igreja que não há mais oração
E uma mesquita que não pode se manter
E uma cultura que não mais se alegrou
Eu quero contar a história de um telhado enlameado
Sobre uma pedra que enfrentou um tanque
E sobre uma teimosa bandeira que se recusa a deitar-se
Sobre um espírito que não pode ser derrotado
Eu Eu quero dizer ao mundo uma história
Agora, um pouco de luz de velas para a Palestina
Você pode fazer isso
Acenda uma vela
Um pouco de vela
Assista a escuridão desaparecer
Basta observar
Você pode ver que
Todo o poder das trevas no mundo
Não é possível extinguir
A menor oscilação
De um feixe de luz
Acenda uma vela
Um pouco de vela
Assista a escuridão desaparecer
VOCÊ PODE FAZER ISSO!!!
Camaradas
Para aqueles que tem coragem
Coragem de dizer ao mundo a verdadeira história da Palestina,
Coragem de construir a PALESTINA LIVRE
2010 a aurora do levante!
Quero dizer ao mundo
Sobre uma casa com a lanterna quebrada
E uma boneca...
Sobre um pequenique de que não gostaram
Sobre um machado que matou uma tulipa
Uma história sobre um fogo que consumiu uma trança
Uma história sobre uma lágrima que não pode parar
Quero contar uma história sobre uma cabra que não foi ordenhada
Sobre a massa de farinha de uma mãe que não foi assada
sobre um casamento que não foi celebrado
E uma menina que não cresceu
Sobre o futebol em que ninguém foi expulso
Sobre uma pomba que não voou
Eu quero contar uma história sobre uma chave que não foi usada
Sobre uma sala de aula que não teve aula
Sobre um paqrque que foi silenciado
Sobre um livro que não foi lido
Sobre uma fazenda cercada, e sobre os frutos que não foram escolhidos
SOBRE UMA MENTIRA QUE NÃO FOI DESCOBERTA
Uma história sobre uma Igreja que não há mais oração
E uma mesquita que não pode se manter
E uma cultura que não mais se alegrou
Eu quero contar a história de um telhado enlameado
Sobre uma pedra que enfrentou um tanque
E sobre uma teimosa bandeira que se recusa a deitar-se
Sobre um espírito que não pode ser derrotado
Eu Eu quero dizer ao mundo uma história
Agora, um pouco de luz de velas para a Palestina
Você pode fazer isso
Acenda uma vela
Um pouco de vela
Assista a escuridão desaparecer
Basta observar
Você pode ver que
Todo o poder das trevas no mundo
Não é possível extinguir
A menor oscilação
De um feixe de luz
Acenda uma vela
Um pouco de vela
Assista a escuridão desaparecer
VOCÊ PODE FAZER ISSO!!!
INTERNACIONAL : CUBA
"Segundo a ONU, Cuba é o único país da América Latina e Caribe que eliminou a desnutrição infantil severa, graças aos esforços do governo para melhorar a alimentação da população, especialmente dos grupos mais vulneráveis. As duras realidades do mundo mostram que 852 milhões de pessoas padecem de fome e que 53 milhões delas vivem na América Latina. Só no México há 5,2 milhões de pessoas desnutridas. No Haiti, são 3,8 milhões, enquanto que, em todo o planeta, mais de cinco milhões de crianças morrem de fome todos os anos.
Cuba é o único país da América Latina e Caribe que eliminou a desnutrição infantil severa, graças aos esforços do governo para melhorar a alimentação da população, especialmente dos grupos mais vulneráveis. As duras realidades do mundo mostram que 852 milhões de pessoas padecem de fome e que 53 milhões delas vivem na América Latina. Só no México há 5,2 milhões de pessoas desnutridas. No Haiti, são 3,8 milhões, enquanto que, em todo o planeta, mais de cinco milhões de crianças morrem de fome todos os anos.
Para satisfação de Cuba, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) também reconheceu que esta é a nação com os maiores avanços na luta contra a desnutrição na América Latina. O Estado cubano garante uma cesta básica alimentar que permite a alimentação de sua população ao menos em dois níveis básicos, mediante uma rede de distribuição de produtos alimentícios. Além disso, há instrumentos econômicos em outros mercados e serviços locais para melhorar a alimentação do povo cubano e atenuar o déficit alimentar. Especialmente, há uma constante vigilância sobre o sustento das crianças e adolescentes. A nutrição começa com a promoção de uma melhor e mais natural forma de alimentação.
Desde os primeiros dias de nascimento, os incalculáveis benefícios do aleitamento materno justificam todos os esforços realizados em Cuba em favor da saúde e do desenvolvimento de sua infância. Isso tem permitido elevar os índices de recém nascidos que recebem aleitamento materno até o quarto mês de vida e que seguem consumindo esse leite, complementado com outros alimentos, até os seis meses de idade. Atualmente, 99% dos recém nascidos saem das maternidades com aleitamento materno exclusivo, índice superior à meta proposta, que é de 95%, segundo dados oficiais, nos quais se indica que todas as províncias do país cumprem essa meta.
Apesar das difíceis condições econômicas enfrentadas pela ilha, o governo cuida da alimentação e da nutrição das crianças mediante a entrega diária de um litro de leite a todas as crianças até sete anos de idade. Soma-se a isso a entrega de outros alimentos que, dependendo das disponibilidades econômicas do país, são distribuídos eqüitativamente para as idades mais pequenas da infância. Até os 13 anos de idade se prioriza a distribuição subsidiada de produtos complementares como o iogurte de soja e, em situações de desastre, se protege a infância mediante a entrega gratuita de alimentos de primeira necessidade.
As crianças incorporadas aos Círculos Infantis e às escolas primárias com regime de semi-internato recebem, além disso, o benefício do contínuo esforço por melhorar sua alimentação quanto à presença de componentes dietéticos, lácteos e protéicos. Com o apoio da produção agrícola – ainda enfrentando condições de severa seca – e a importação de alimentos, alcança-se um consumo de nutrientes acima das normas estabelecidas pela FAO. Em Cuba, esse indicador não é a média fictícia entre o consumo alimentar dos ricos e dos que passam fome.
Adicionalmente, o consumo social inclui a merenda escolar que é distribuída gratuitamente a centenas de milhares de estudantes e trabalhadores da educação, com cotas especiais de alimentos para crianças até 15 anos e pessoas de mais de 60 anos nas províncias do leste da ilha. Nesta relação, estão contempladas as grávidas, mães lactantes, anciãos e incapacitados, crianças com baixo peso e altura e o fornecimento de alimentos aos municípios de Pinar del Rio e Havana e também para a Ilha da Juventude. Essas regiões foram atingidas no ano passado por furacões, enquanto que as províncias de Holguín, Las Tunas e cinco municípios de Camaguey sofrem atualmente com a seca."
Tradução: Marco Aurélio Weissheimer
Cuba é o único país da América Latina e Caribe que eliminou a desnutrição infantil severa, graças aos esforços do governo para melhorar a alimentação da população, especialmente dos grupos mais vulneráveis. As duras realidades do mundo mostram que 852 milhões de pessoas padecem de fome e que 53 milhões delas vivem na América Latina. Só no México há 5,2 milhões de pessoas desnutridas. No Haiti, são 3,8 milhões, enquanto que, em todo o planeta, mais de cinco milhões de crianças morrem de fome todos os anos.
Para satisfação de Cuba, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) também reconheceu que esta é a nação com os maiores avanços na luta contra a desnutrição na América Latina. O Estado cubano garante uma cesta básica alimentar que permite a alimentação de sua população ao menos em dois níveis básicos, mediante uma rede de distribuição de produtos alimentícios. Além disso, há instrumentos econômicos em outros mercados e serviços locais para melhorar a alimentação do povo cubano e atenuar o déficit alimentar. Especialmente, há uma constante vigilância sobre o sustento das crianças e adolescentes. A nutrição começa com a promoção de uma melhor e mais natural forma de alimentação.
Desde os primeiros dias de nascimento, os incalculáveis benefícios do aleitamento materno justificam todos os esforços realizados em Cuba em favor da saúde e do desenvolvimento de sua infância. Isso tem permitido elevar os índices de recém nascidos que recebem aleitamento materno até o quarto mês de vida e que seguem consumindo esse leite, complementado com outros alimentos, até os seis meses de idade. Atualmente, 99% dos recém nascidos saem das maternidades com aleitamento materno exclusivo, índice superior à meta proposta, que é de 95%, segundo dados oficiais, nos quais se indica que todas as províncias do país cumprem essa meta.
Apesar das difíceis condições econômicas enfrentadas pela ilha, o governo cuida da alimentação e da nutrição das crianças mediante a entrega diária de um litro de leite a todas as crianças até sete anos de idade. Soma-se a isso a entrega de outros alimentos que, dependendo das disponibilidades econômicas do país, são distribuídos eqüitativamente para as idades mais pequenas da infância. Até os 13 anos de idade se prioriza a distribuição subsidiada de produtos complementares como o iogurte de soja e, em situações de desastre, se protege a infância mediante a entrega gratuita de alimentos de primeira necessidade.
As crianças incorporadas aos Círculos Infantis e às escolas primárias com regime de semi-internato recebem, além disso, o benefício do contínuo esforço por melhorar sua alimentação quanto à presença de componentes dietéticos, lácteos e protéicos. Com o apoio da produção agrícola – ainda enfrentando condições de severa seca – e a importação de alimentos, alcança-se um consumo de nutrientes acima das normas estabelecidas pela FAO. Em Cuba, esse indicador não é a média fictícia entre o consumo alimentar dos ricos e dos que passam fome.
Adicionalmente, o consumo social inclui a merenda escolar que é distribuída gratuitamente a centenas de milhares de estudantes e trabalhadores da educação, com cotas especiais de alimentos para crianças até 15 anos e pessoas de mais de 60 anos nas províncias do leste da ilha. Nesta relação, estão contempladas as grávidas, mães lactantes, anciãos e incapacitados, crianças com baixo peso e altura e o fornecimento de alimentos aos municípios de Pinar del Rio e Havana e também para a Ilha da Juventude. Essas regiões foram atingidas no ano passado por furacões, enquanto que as províncias de Holguín, Las Tunas e cinco municípios de Camaguey sofrem atualmente com a seca."
Tradução: Marco Aurélio Weissheimer
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
A POLÍTICA DA DEMAGOGIA
Comentário de Humberto no blog de " coleira" da Vereadora Odisséia:
"O PCCS foi uma vitória, mais de uma batalha e não da guerra.
Tiveram que engolir o que “eles” quiseram, correndo o risco de não levar.
Quero só ver como e quem irá avaliar a cada 3 anos a categoria.
Infelizmente o SEPE está desfrutando dessa vitória sem ter participado da discussão e apresentado a categoria o que o governo impôs para que vocês vereadores aceitassem, sem nenhuma contestação.
Por falar em SEPE, a categoria municipal está a deriva, a senhora como membro do SEPE e vereadora, bem que poderia cobrar o executivo à respeito do Fundeb. Até o momento a categoria sabe que ganhou essa verba do governo federal, mas não levou, pois até agora ninguem viu a cor, ou sequer, uma simples satisfação por onde anda esse dinheiro.
O silêncio sobre a verba do Fundeb, reina em Campos."
O questionamento de Humberto é pertinente., uma vez que a vereadora no ápice da demagogia tem a pretensão de reivindicar para si ações da qual não participou, como por exemplo a Conferência Municipal de Educação, em que participei ativamente, como também na Intermunicipal e na Estadual não me recordo de ter encontrado a vereadora por lá, mesmo porque havia todo uma discussão em torno da Câmara, que foi priorizada por ela.
Quando tomei conhecimento de que o documento, fruto de debate na conferência, foi alterado pelo governo de forma abusiva e autoritária, a sua qualidade original foi perdida. Não há dúvida de que a vereadora vê isso como algo normal e aceitável.
Em relação à avaliação de desempenho o Sr. Humberto tem toda razão, aliás, a situação poderá ser bem mais grave do que consegue apontar.
Quanto a caixa preta que é o FUNDEB, a resposta é simples assim: que governo nesse país respeita as determinações legais criadas por eles mesmos? O portal "sem" transparência funciona muito bem, obrigada, e é algo tão complexo que quem deveria fiscalizar não o faz.
Em relação aos Pedagogos, a regulamentação foi aprovada devido a pressão exercida através dos Blogs, que foi o possível de fazer no apagar das luzes de 2009, se não fosse isso, talvez,não houvesse o empenho necessário para resolver definitivamente o problema .
NENHUM DIREITO À MENOS!!!
"O PCCS foi uma vitória, mais de uma batalha e não da guerra.
Tiveram que engolir o que “eles” quiseram, correndo o risco de não levar.
Quero só ver como e quem irá avaliar a cada 3 anos a categoria.
Infelizmente o SEPE está desfrutando dessa vitória sem ter participado da discussão e apresentado a categoria o que o governo impôs para que vocês vereadores aceitassem, sem nenhuma contestação.
Por falar em SEPE, a categoria municipal está a deriva, a senhora como membro do SEPE e vereadora, bem que poderia cobrar o executivo à respeito do Fundeb. Até o momento a categoria sabe que ganhou essa verba do governo federal, mas não levou, pois até agora ninguem viu a cor, ou sequer, uma simples satisfação por onde anda esse dinheiro.
O silêncio sobre a verba do Fundeb, reina em Campos."
O questionamento de Humberto é pertinente., uma vez que a vereadora no ápice da demagogia tem a pretensão de reivindicar para si ações da qual não participou, como por exemplo a Conferência Municipal de Educação, em que participei ativamente, como também na Intermunicipal e na Estadual não me recordo de ter encontrado a vereadora por lá, mesmo porque havia todo uma discussão em torno da Câmara, que foi priorizada por ela.
Quando tomei conhecimento de que o documento, fruto de debate na conferência, foi alterado pelo governo de forma abusiva e autoritária, a sua qualidade original foi perdida. Não há dúvida de que a vereadora vê isso como algo normal e aceitável.
Em relação à avaliação de desempenho o Sr. Humberto tem toda razão, aliás, a situação poderá ser bem mais grave do que consegue apontar.
Quanto a caixa preta que é o FUNDEB, a resposta é simples assim: que governo nesse país respeita as determinações legais criadas por eles mesmos? O portal "sem" transparência funciona muito bem, obrigada, e é algo tão complexo que quem deveria fiscalizar não o faz.
Em relação aos Pedagogos, a regulamentação foi aprovada devido a pressão exercida através dos Blogs, que foi o possível de fazer no apagar das luzes de 2009, se não fosse isso, talvez,não houvesse o empenho necessário para resolver definitivamente o problema .
NENHUM DIREITO À MENOS!!!
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
O BLOG PALAVRAS ACESAS GANHOU NOVO VISUAL
Em respeito aos seguidores e leitores do Blog PALAVRAS ACESAS, uma mudança no seu visual foi realizada, para além de facilitar a leitura, torná-lo mais atraente.
O Blog está completando nove meses e pela seriedade com que trata os mais diversos temas, algumas novas ferramentas foram inseridas, tais como marcador de visitas, sites importantes e indicação de leitura de outros blogs que vale a pena conferir. É bom que se diga que falta inserir alguns blogs e algum detalhe aqui e ali deverá ser alterado. É só aguardar.
O Blog está completando nove meses e pela seriedade com que trata os mais diversos temas, algumas novas ferramentas foram inseridas, tais como marcador de visitas, sites importantes e indicação de leitura de outros blogs que vale a pena conferir. É bom que se diga que falta inserir alguns blogs e algum detalhe aqui e ali deverá ser alterado. É só aguardar.
BASTA A CÂMARA CUMPRIR O SEU PAPEL
O trecho abaixo é uma reprodução do discurso do Vereador e vice-presidente da CÂMARA Rogério Matoso. Foi publicado pelo Blog DIGNIDADE e merece atenção. Cada vereador daquela casa de leis deveria se inspirar nas sábias palavras proferidas pelo vereador.
"O governo mais parece um grande reinado onde não falta nada. Com sua embaixatriz, que aparece na fotos e está sempre presente nos eventos, com o 1º ministro que vive em outra província e dá as ordens, o seu grupo de batalha, sua cavalaria, os seus soldados de frente, os bobos da corte, não falta nada nem mesmo mídia. Toda reunião é devidamente registrada com toda imprensa presente e muitas pompas, afinal foi destinado para mídia muito mais do que foi para a Secretaria de Trabalho e Renda.
A assinatura de um convênio vira um acontecimento. O rei ouve dos seus súditos e busca as coisas boas como se fosse de iniciativa própria. Como o plano de cargos e salários que é uma exigência do governo.
A necessidade da população é urgente, mas o que se faz ainda é pouco. Não podemos aceitar isso dessa forma. Se a oportunidade da inclusão social passa pela perda da liberdade, aceitando como se fosse esmola, quando na verdade é obrigação do governo , não está certo, por que amarrar a vida das pessoas com projetos sociais é não dar chances ao cidadão de tocar sua vida. Qualquer homem ou mulher saudável não pode aceitar um afronto desse tipo.
Mais uma vez é aquela velha história do ovo da galinha e do ovo do pato se repete. Para se inaugurar uma lâmpada faz se uma grande festa, convidando imprensa e tudo mais e numa época midiática isso faz muita diferença. Não sou juiz para julgar ou dar notas. Se não fosse nós da oposição eles não estariam se movendo como estão ..."
"O governo mais parece um grande reinado onde não falta nada. Com sua embaixatriz, que aparece na fotos e está sempre presente nos eventos, com o 1º ministro que vive em outra província e dá as ordens, o seu grupo de batalha, sua cavalaria, os seus soldados de frente, os bobos da corte, não falta nada nem mesmo mídia. Toda reunião é devidamente registrada com toda imprensa presente e muitas pompas, afinal foi destinado para mídia muito mais do que foi para a Secretaria de Trabalho e Renda.
A assinatura de um convênio vira um acontecimento. O rei ouve dos seus súditos e busca as coisas boas como se fosse de iniciativa própria. Como o plano de cargos e salários que é uma exigência do governo.
A necessidade da população é urgente, mas o que se faz ainda é pouco. Não podemos aceitar isso dessa forma. Se a oportunidade da inclusão social passa pela perda da liberdade, aceitando como se fosse esmola, quando na verdade é obrigação do governo , não está certo, por que amarrar a vida das pessoas com projetos sociais é não dar chances ao cidadão de tocar sua vida. Qualquer homem ou mulher saudável não pode aceitar um afronto desse tipo.
Mais uma vez é aquela velha história do ovo da galinha e do ovo do pato se repete. Para se inaugurar uma lâmpada faz se uma grande festa, convidando imprensa e tudo mais e numa época midiática isso faz muita diferença. Não sou juiz para julgar ou dar notas. Se não fosse nós da oposição eles não estariam se movendo como estão ..."
COMITIVA DE CONCURSADOS
Contribuição do Professor e Diretor do SEPE Amaro Sérgio
Na semana passada tive a oportunidade de acompanhar uma comitiva de concursados de 2008, que foi ao SEPE solicitar assessoria para uma conversa com a Sra. Sec de Educação Joílza Rangel, sobre a necessidade de prorrogação por dois anos para a chamada do referido concurso, o que já é previsto em lei. O receio dos concursados é a expiração do prazo do concurso e o preenchimento de vagas reais por professores contratados.
A Secretária nos recebeu e concordou com a prorrogação após abril 2010. Indagada sobre o número de vagas reais, ela expressou dificuldade naquele momento em dar tal informação em virtude da ausência de dados precisos, mas afirmou estar empenhada com sua equipe para superar este problema .
Na semana passada tive a oportunidade de acompanhar uma comitiva de concursados de 2008, que foi ao SEPE solicitar assessoria para uma conversa com a Sra. Sec de Educação Joílza Rangel, sobre a necessidade de prorrogação por dois anos para a chamada do referido concurso, o que já é previsto em lei. O receio dos concursados é a expiração do prazo do concurso e o preenchimento de vagas reais por professores contratados.
A Secretária nos recebeu e concordou com a prorrogação após abril 2010. Indagada sobre o número de vagas reais, ela expressou dificuldade naquele momento em dar tal informação em virtude da ausência de dados precisos, mas afirmou estar empenhada com sua equipe para superar este problema .
O PCCS - PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS
O PCCS é uma necessidade dos funcionários públicos e foi aprovado pela Câmara de Vereadores, entretanto devemos propor emendas que possam aprimorá-lo. Quero destacar que no ponto que se refere a avaliações de desempenho estas devem ser aplicadas com fins pedagógicos na área de educação e de preservação de qualidade noutros setores, mas vinculá-las a ganho salarial consiste num risco
A comissão paritária de avaliação quando formada, em algum momento , talvez não consiga isenção e independência suficiente em um município onde ocorrem tantas denúncias de compra de votos e abusos de vícios clientelistas.
A comissão paritária de avaliação quando formada, em algum momento , talvez não consiga isenção e independência suficiente em um município onde ocorrem tantas denúncias de compra de votos e abusos de vícios clientelistas.
Amaro Sérgio Azevedo
Diretor do SEPE e Prof. de História
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A VERDADE AOS POUCOS SE REVELA
Começo a avaliar a importância de questões internas do SEPE tornarem-se públicas. Isso permitirá que a categoria tenha uma compreensão daqueles que a representam enquanto diretores de um sindicato que tem 32 anos de existência e um acúmulo de vitórias, que não se restringem obviamente ao trabalho do SEPE/CAMPOS.
Quero chamar a atenção sobre a conduta do diretor que assina o texto abaixo, em que de forma deselegante traz o debate para o campo pessoal ao citar nomes de um ou outro diretor,como demonstração de sua fragilidade frente à polêmica.. Ora ele ataca, ora se defende.
A Profª Luciana, está coberta de razão quando em seu Blog faz críticas à ausência de luta na rede municipal de Campos dos Goytacazes. Prova disso é que das, aproximadamente, 4 mil filiações do SEPE/CAMPOS a maioria é da rede estadual. A motivação disso pode ser um excesso de complacência com o poder público local e quem pode responder sobre isso são os que estão à frente deste núcleo desde a sua fundação.
A verdade é que na maioria das gestões deste sindicato não havia um embate ideológico, uma vez que todos comungavam do mesmo campo de idéias, e certo ou errado, eles mandavam e desmandavam e a categoria nem se dava conta do que acontecia. A palavra era uma só, a deles.
Isso sofreu uma mudança quando na eleição de 2006 essa ordem foi quebrada com a chegada de diretores com uma linha de trabalho diferente da deles e isso foi ampliado na última eleição em 2009. Daí o desespero dos que reinavam soberanos. É positivo que eles assinem embaixo de um PCCS do qual não há certeza do sucesso de sua implementação para que a categoria saiba de quem vai cobrar no momento que se sentir prejudicada.
Racha não é bem o termo para nominar a situação,pois esse é um problema localizado e não diz respeito ao SEPE como um todo. Isso faz com que os diretores do SEPE/CAMPOS,no qual me incluo, que se posicionam na defesa intransigente dos direitos da categoria sintam-se à cavalheira para defender posições em consonância com a história deste sindicato.
NENHUM DIREITOÀ MENOS!!!
Graciete Santana
Coordenadora Geral do SEPE/CAMPOS
Os limites da responsabilidade!
Tinha evitado entrar no debate público,pois como observou o Xacal transparece um racha que nem sempre é verdadeiro.Na reunião em que a diretora Graciete se refere não houve questionamentos feitos PELA MAIORIA da direção como ela afirma.Pelo contrário somente ela e o diretor Amaro Sérgio teceram críticas,algumas com fundamentos e outras não.A MAIORIA DA DIREÇÃO se quer tinha lido os planos e por isso nesta reunião a única decisão foi marcar um encontro de estudo para janeiro para ai sim termos uma posição a respeito.PORTANTO ATÉ LÁ O SEPE CAMPOS NÃO TEM NENHUMA POSIÇÃO A RESPEITO DOS PLANOS,o que é ou foi dito em nome do Sepe ou é enganação ou confusão.
Agora a respeito dos planos,eu que participei das discussões no Conselho municipal de Educação,tenho a dizer que em particular sobre o plano de cargos,que o mesmo não reflete o conjunto de reinvindicações da categoria,porém avança em varios pontos como na questão dos Pedagogos e na inclusão do tempo de serviço e reconhecer estas CONQUISTAS não é se aliar ao governo ou então podemos acreditar que o grupo da diretora Graciete não luta pra conquistar pois se não perde o único palanque que lhes resta pois parece que nem a população nem a categoria lhes deram os votos necessários para ter tanta empáfia.
Renato Gonçalves
Diretor do SEPE Campos.
Postado por PROFª LUCIANA às Terça-feira, Dezembro 22, 2009 0 comentários Links para esta postagem
Quero chamar a atenção sobre a conduta do diretor que assina o texto abaixo, em que de forma deselegante traz o debate para o campo pessoal ao citar nomes de um ou outro diretor,como demonstração de sua fragilidade frente à polêmica.. Ora ele ataca, ora se defende.
A Profª Luciana, está coberta de razão quando em seu Blog faz críticas à ausência de luta na rede municipal de Campos dos Goytacazes. Prova disso é que das, aproximadamente, 4 mil filiações do SEPE/CAMPOS a maioria é da rede estadual. A motivação disso pode ser um excesso de complacência com o poder público local e quem pode responder sobre isso são os que estão à frente deste núcleo desde a sua fundação.
A verdade é que na maioria das gestões deste sindicato não havia um embate ideológico, uma vez que todos comungavam do mesmo campo de idéias, e certo ou errado, eles mandavam e desmandavam e a categoria nem se dava conta do que acontecia. A palavra era uma só, a deles.
Isso sofreu uma mudança quando na eleição de 2006 essa ordem foi quebrada com a chegada de diretores com uma linha de trabalho diferente da deles e isso foi ampliado na última eleição em 2009. Daí o desespero dos que reinavam soberanos. É positivo que eles assinem embaixo de um PCCS do qual não há certeza do sucesso de sua implementação para que a categoria saiba de quem vai cobrar no momento que se sentir prejudicada.
Racha não é bem o termo para nominar a situação,pois esse é um problema localizado e não diz respeito ao SEPE como um todo. Isso faz com que os diretores do SEPE/CAMPOS,no qual me incluo, que se posicionam na defesa intransigente dos direitos da categoria sintam-se à cavalheira para defender posições em consonância com a história deste sindicato.
NENHUM DIREITOÀ MENOS!!!
Graciete Santana
Coordenadora Geral do SEPE/CAMPOS
Os limites da responsabilidade!
Tinha evitado entrar no debate público,pois como observou o Xacal transparece um racha que nem sempre é verdadeiro.Na reunião em que a diretora Graciete se refere não houve questionamentos feitos PELA MAIORIA da direção como ela afirma.Pelo contrário somente ela e o diretor Amaro Sérgio teceram críticas,algumas com fundamentos e outras não.A MAIORIA DA DIREÇÃO se quer tinha lido os planos e por isso nesta reunião a única decisão foi marcar um encontro de estudo para janeiro para ai sim termos uma posição a respeito.PORTANTO ATÉ LÁ O SEPE CAMPOS NÃO TEM NENHUMA POSIÇÃO A RESPEITO DOS PLANOS,o que é ou foi dito em nome do Sepe ou é enganação ou confusão.
Agora a respeito dos planos,eu que participei das discussões no Conselho municipal de Educação,tenho a dizer que em particular sobre o plano de cargos,que o mesmo não reflete o conjunto de reinvindicações da categoria,porém avança em varios pontos como na questão dos Pedagogos e na inclusão do tempo de serviço e reconhecer estas CONQUISTAS não é se aliar ao governo ou então podemos acreditar que o grupo da diretora Graciete não luta pra conquistar pois se não perde o único palanque que lhes resta pois parece que nem a população nem a categoria lhes deram os votos necessários para ter tanta empáfia.
Renato Gonçalves
Diretor do SEPE Campos.
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
SEPE SE REUNIU COM TEREZA PORTO NO DIA 15/12
INFORMATIVOS REDE ESTADUAL:
O Sepe teve audiência com secretária de Educação estadual, Tereza Porto, anteontem, dia 15. Eis os principais assuntos discutidos:
1) Adicional de Qualificação: a SEE apresentou a resolução que dispõe sobre os procedimentos para requerer esta gratificação que foi discutida com a direção do SEPE. A resolução será publicada ainda em dezembro.
2) Animadores Culturais: a dívida do governo com o INSS está sendo negociada entre SEPLAG e INSS. Os casos específicos encaminhados pelo coletivo de Animadores serão resolvidos o mais breve possível (já houve ordem de pagamento). Não há intenção de realizar novos concursos para animadores. A animação cultural foi absorvida na estrutura da SEE e, segundo palavras da secretária, “agora que tiveram valorização salarial, serão cobrados”.
3) Funcionários Administrativos: a SEE reconhece que este foi o setor mais prejudicado em 2009 e se compromete a negociar as demandas no início do ano. A secretária afirmou que “Embora não tenhamos discutido o papel do funcionário de apoio (sic!) na escola, o descongelamento do plano de carreira deles é a próxima pauta”.
4) Enquadramento: todos os processos estão parados na SEPLAG. Reconhecem que se a SEPLAG não liberar tais processos em janeiro, haverá problemas sérios com os novos processos em março. A direção do Sepe cobrou uma audiência conjunta com a SEE e SEPLAG para encaminhar este ponto.
5) Concurso para Orientadores Educacionais e Pedagógicos: a secretária confirmou a sua realização em 2010, mas não apontou prazos.
6) Municipalização: a SEE continua afirmando que a prioridade é ceder os professores docentes II para as prefeituras, mantendo-os na própria escola municipalizada. Depois tentará resolver cada caso dentro da coordenadoria. Cobramos que este processo não é tranqüilo e a SEEDUC solicitou que encaminhássemos os casos complicados. A secretária continua afirmando que a municipalização só ocorrerá em municípios onde o IDEB for maior do que o Estado.
7) Código 61: o subsecretário Marcos Medina se comprometeu em discutir com o governo. Lembramos que a demora nesta decisão prejudica funcionalmente muitos profissionais da educação.
8) Pagamento da ação ganha pelo Sepe sobre o desconto previdenciário indevido: a equipe da SEE espera o retorno da Procuradoria Geral do Estado e só depois apresentará um calendário.
9) Novo Concurso para professores: denunciamos a existência de professores no banco de espera do último concurso e a secretária pediu que encaminhássemos por escrito os casos, alegando que é intenção da secretaria chamar os professores que estiverem neste caso.
O Sepe teve audiência com secretária de Educação estadual, Tereza Porto, anteontem, dia 15. Eis os principais assuntos discutidos:
1) Adicional de Qualificação: a SEE apresentou a resolução que dispõe sobre os procedimentos para requerer esta gratificação que foi discutida com a direção do SEPE. A resolução será publicada ainda em dezembro.
2) Animadores Culturais: a dívida do governo com o INSS está sendo negociada entre SEPLAG e INSS. Os casos específicos encaminhados pelo coletivo de Animadores serão resolvidos o mais breve possível (já houve ordem de pagamento). Não há intenção de realizar novos concursos para animadores. A animação cultural foi absorvida na estrutura da SEE e, segundo palavras da secretária, “agora que tiveram valorização salarial, serão cobrados”.
3) Funcionários Administrativos: a SEE reconhece que este foi o setor mais prejudicado em 2009 e se compromete a negociar as demandas no início do ano. A secretária afirmou que “Embora não tenhamos discutido o papel do funcionário de apoio (sic!) na escola, o descongelamento do plano de carreira deles é a próxima pauta”.
4) Enquadramento: todos os processos estão parados na SEPLAG. Reconhecem que se a SEPLAG não liberar tais processos em janeiro, haverá problemas sérios com os novos processos em março. A direção do Sepe cobrou uma audiência conjunta com a SEE e SEPLAG para encaminhar este ponto.
5) Concurso para Orientadores Educacionais e Pedagógicos: a secretária confirmou a sua realização em 2010, mas não apontou prazos.
6) Municipalização: a SEE continua afirmando que a prioridade é ceder os professores docentes II para as prefeituras, mantendo-os na própria escola municipalizada. Depois tentará resolver cada caso dentro da coordenadoria. Cobramos que este processo não é tranqüilo e a SEEDUC solicitou que encaminhássemos os casos complicados. A secretária continua afirmando que a municipalização só ocorrerá em municípios onde o IDEB for maior do que o Estado.
7) Código 61: o subsecretário Marcos Medina se comprometeu em discutir com o governo. Lembramos que a demora nesta decisão prejudica funcionalmente muitos profissionais da educação.
8) Pagamento da ação ganha pelo Sepe sobre o desconto previdenciário indevido: a equipe da SEE espera o retorno da Procuradoria Geral do Estado e só depois apresentará um calendário.
9) Novo Concurso para professores: denunciamos a existência de professores no banco de espera do último concurso e a secretária pediu que encaminhássemos por escrito os casos, alegando que é intenção da secretaria chamar os professores que estiverem neste caso.
ESCLARECIMENTOS ESTATUTÁRIOS DO SEPE
Art.2° - O SEPE /RJ tem por finalidades:
I- reunir e congregar os professores, funcionários administrativos, orientadores e supervisores, ativos e aposentados, enfim, os profissionais de educação das redes públicas de educação Estadual e Municipais do Estado do Rio de Janeiro;
II- defender diretamente os interesses profissionais dos servidores constantes no inciso I;
(...)
VI- desenvolver a unidade de todos os profissionais de educação;
(...)
Art. 3º- São princípios organizativos do SEPE/RJ:
I- independência e autonomia face às organizações e partidos políticos, organizações religiosas, entidades patronais e ao Estado: e
II- defesa de um sindicalismo amplo, democrático, de base e unitário.
ESCLARECIMENTO
O estatuto do SEPE, aprovado em Congresso, tem como objetivo nortear as ações de toda sua diretoria, oferecendo as garantias de que a luta da categoria da educação está acima de quaisquer interesses políticos partidários.
Daí diretores oportunistas, movidos por interesses outros, que não os da educação pública, gratuita e de qualidade, não serem merecedores de confiança da categoria e não poderem ser confundidos com aqueles que honram seu compromisso.
Bom seria que estivéssemos diante de governos avançados, que atendesse aos anseios da população, cumprindo com o seu papel em relação a áreas prioritárias tais como saúde, segurança pública e educação. Enquanto governos com este perfil não são uma realidade, cabe a nós representantes de sindicatos, cumprir honradamente nosso papel, cobrando das instâncias governamentais ações afirmativas para resolver as questões que atingem a classe trabalhadora.
No caso específico do SEPE, a luta deve ser em defesa da educação e dos profissionais de educação, a fim de garantir melhores condições de trabalho e sobretudo respeito aos seus direitos. O papel a ser cumprido pelos dirigentes sindicais é o da mobilização e luta , fazendo as cobranças necessárias sem capitular diante do poder.
O governo Rosinha está distante de representar qualquer avanço para a educação e por isso faremos todas as cobranças e críticas necessárias, doa a quem doer, com a garantia de estarmos cumprindo apenas nosso papel.
NENHUM DIREITO À MENOS!!!
Graciete Santana
Coordenadora geral do SEPE/CAMPOS
I- reunir e congregar os professores, funcionários administrativos, orientadores e supervisores, ativos e aposentados, enfim, os profissionais de educação das redes públicas de educação Estadual e Municipais do Estado do Rio de Janeiro;
II- defender diretamente os interesses profissionais dos servidores constantes no inciso I;
(...)
VI- desenvolver a unidade de todos os profissionais de educação;
(...)
Art. 3º- São princípios organizativos do SEPE/RJ:
I- independência e autonomia face às organizações e partidos políticos, organizações religiosas, entidades patronais e ao Estado: e
II- defesa de um sindicalismo amplo, democrático, de base e unitário.
ESCLARECIMENTO
O estatuto do SEPE, aprovado em Congresso, tem como objetivo nortear as ações de toda sua diretoria, oferecendo as garantias de que a luta da categoria da educação está acima de quaisquer interesses políticos partidários.
Daí diretores oportunistas, movidos por interesses outros, que não os da educação pública, gratuita e de qualidade, não serem merecedores de confiança da categoria e não poderem ser confundidos com aqueles que honram seu compromisso.
Bom seria que estivéssemos diante de governos avançados, que atendesse aos anseios da população, cumprindo com o seu papel em relação a áreas prioritárias tais como saúde, segurança pública e educação. Enquanto governos com este perfil não são uma realidade, cabe a nós representantes de sindicatos, cumprir honradamente nosso papel, cobrando das instâncias governamentais ações afirmativas para resolver as questões que atingem a classe trabalhadora.
No caso específico do SEPE, a luta deve ser em defesa da educação e dos profissionais de educação, a fim de garantir melhores condições de trabalho e sobretudo respeito aos seus direitos. O papel a ser cumprido pelos dirigentes sindicais é o da mobilização e luta , fazendo as cobranças necessárias sem capitular diante do poder.
O governo Rosinha está distante de representar qualquer avanço para a educação e por isso faremos todas as cobranças e críticas necessárias, doa a quem doer, com a garantia de estarmos cumprindo apenas nosso papel.
NENHUM DIREITO À MENOS!!!
Graciete Santana
Coordenadora geral do SEPE/CAMPOS
AMENIDADES DE UM DIA DE DOMINGO
Esta blogueira teve a oportunidade no dia de hoje de passar momentos de pura desconcentração e lazer, coisa que aliás, não fazia há tempos.
O evento que mereceu tirar-me da rotina, foi a confraternização dos Jornalistas e ex-funcionários do MONITOR CAMPISTA. Foi uma tarde gostosa, à sombra de uma árvore frondosa, com direito a um bom bate-papo, churrasco, cerveja e boa música na voz e violão dos amigos Izael e Leandro.
Detalhe importante, foi a simpatia da anfitriã Jane Nunes, que gentilmente ofereceu, além do espaço agradável em sua casa, um refrescante banho de piscina, onde todos ao final da festa, querendo ou não, tiveram direito a um mergulho. E dessa, Walnize Carvalho escapou por pouco!
Outro momento imperdível foi o dos discursos emocionados de Walnize, Míriam e Jairo. Este último, carinhosamente presenteou a todos com um bonito relógio.
O evento que mereceu tirar-me da rotina, foi a confraternização dos Jornalistas e ex-funcionários do MONITOR CAMPISTA. Foi uma tarde gostosa, à sombra de uma árvore frondosa, com direito a um bom bate-papo, churrasco, cerveja e boa música na voz e violão dos amigos Izael e Leandro.
Detalhe importante, foi a simpatia da anfitriã Jane Nunes, que gentilmente ofereceu, além do espaço agradável em sua casa, um refrescante banho de piscina, onde todos ao final da festa, querendo ou não, tiveram direito a um mergulho. E dessa, Walnize Carvalho escapou por pouco!
Outro momento imperdível foi o dos discursos emocionados de Walnize, Míriam e Jairo. Este último, carinhosamente presenteou a todos com um bonito relógio.
Do Blog MENINAS SUPER PODEROSAS postado pela Profª Luciana
Leiam o trecho transcrito e o COMENTÁRIO DESTA BLOGUEIRA sobre o mesmo:
Domingo, 20 de dezembro de 2009
Esclarecimentos do SEPE sobre a equiparação salarial dos pedagogos
Informativo – 17/12/2009
Vimos por meio deste, esclarecer, qualquer dúvida que ainda possa existir a respeito da criação dos cargos de Pedagogo e Pedagogo Supervisor, bem como da equiparação salarial destes profissionais.
Com base no processo administrativo nº 6390/08 (aberto pelo SEPE, solicitando equiparação à PMCG), confirmamos a validade da equiparação salarial, votada em 15/12/09, na Câmara Municipal de Vereadores, por unanimidade. Os efeitos práticos da equiparação se darão 30 dias após a publicação da Lei, segundo prevê o Plano Municipal de Educação.
Infelizmente, de forma tendenciosa, algumas questões políticas pretendem anular o alcance dessa conquista. Alguns argumentos estão sendo utilizados para desconsiderar essa vitória. Um deles, diz respeito à falta da criação do cargo para a validade da equiparação.
Cabe ressaltar que, no processo nº 6390/08, a Procuradoria do Município não menciona, em nenhum momento (sequer cogita), que a não regulamentação do cargo fosse algum impedimento para alcançar a equiparação. Isso pode ser conferido nos autos do processo, que estão à disposição, para dirimir possíveis dúvidas. A certidão de inteiro teor, original, emitida pela PMCG, com as cópias numeradas, carimbadas e rubricadas, estão no SEPE, pois este foi o autor do processo.
O único motivo alegado pela Procuradoria do Município, para o indeferimento da equiparação, no ano de 2008, foi exclusivamente pela questão eleitoral. No momento em que o processo chegou às mãos da Procuradoria, ela teve que se manifestar sobre a impossibilidade de atender à reivindicação da classe, pois estava no período vedado pela lei eleitoral. A Procuradoria reconheceu, contudo, que passando o período eleitoral, o Prefeito poderia deferir a equiparação.
No pronunciamento seguinte, a Procuradoria foi além, e disse que a autorização para revisão do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) para a nossa equiparação, cabia exclusivamente ao Chefe do Executivo. No início do ano de 2009, o Chefe do Gabinete da Prefeita, assinou esse documento, dando ciência do parecer da Procuradoria.
Portanto, a inexistência da lei para regulamentação do cargo, não foi motivo de impedimento, em nenhum momento.
Não desconsideramos a importância da regulamentação do cargo. Todavia, não vemos a ausência do mesmo, como uma ameaça à equiparação. É o Executivo que deve enviar a lei à Câmara, para deliberar sobre a regulamentação do cargo.
Reafirmamos que a equiparação e a inclusão desses profissionais no Plano de Cargos, representam uma grande vitória: fruto de uma construção coletiva da classe, deste Sindicato, Conferência Municipal de Educação (CONAE), Conselho Municipal de Educação, com a aprovação da Câmara de Vereadores e Executivo Municipal.
Atenciosamente,
Claudiana Chagas de Souza
Diretora de Assuntos Educacionais – SEPE/Campos
Sandrelene Florentino Antunes
Diretora de Assuntos Educacionais – SEPE/Campos
Tania Mara Barrozo Faria
Diretora de Assuntos Municipais – SEPE/Campos
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES DA COORDENAÇÃO GERAL DO SEPE/CAMPOS
Este documento causa surpresa, primeiro pela data 17/12, segundo porque a Direção Colegiada do SEPE reuniu-se dia 18/12 entre 14 e 18 horas e muitos questionamentos foram feitos pela maioria dos diretores presentes aos que chegam a jurar que" vai dar tudo certo".
Em nome da transparência e do respeito à categoria, a maioria dos diretores do SEPE/CAMPOS tem motivos de sobra para tecer todas as críticas ao PCCS, que vai além da questão dos nossos colegas Pedagogos. De qualquer forma, um PCCS que traz grandes distorções e que carece de muitas emendas até chegar ao PCCS ideal, não deve ser referendado e aplaudido pelo SEPE, um sindicato de perfil combativo, independente de governos e patrões.
É bom que se esclareça que, das três colegas diretoras do SEPE/CAMPOS que assinaram o documento em defesa do PCCS , apenas uma esteve presente na reunião de direção do dia 18/12, e que a maioria dos diretores presentes não comungam da mesma opinião daqueles que com veemência defendem a posição do governo Rosinha em relação à educação.
Tivemos em Campos uma Conferência Municipal de Educação qualitativa, de onde foi construído um documento para o Plano Municipal de Educação. Só que o PME aprovado no dia 15/12, não foi exatamente fiel ao que foi discutido e aprovado na Conferência, pois o governo de forma autoritária promoveu alterações para que o Conselho Municipal aprovasse no dia 04/12 e posterior aprovação no dia 15/12 na Câmara.
Ora senhores! A posição do SEPE é uma só, regida pelo estatuto e sobretudo comprometida com a luta e defesa dos direitos da categoria.
Se alguma coisa mudou para alguns membros da direção do SEPE,deve ser a influência de 2010, em que deve haver uma grande aliança entre partidos em torno do projeto eleitoral do governo Lula. Isso sim, pode explicar o fato de um dos segmentos que estão hoje na direção do SEPE/CAMPOS, estar buscando o caminho da conciliação com o governo Rosinha.
Se esta conciliação entre eles servir para resolver o problema do Pedagogos, mesmo que de maneira torta, isso com certeza será positivo. Afinal essa deve ser a função e obrigação do governo e sua base. Entretanto, não podemos desprezar o que precisa ser feito para atender à toda a categoria. E nesse caso, serão necessárias que sejam apresentadas muitas emendas, que não resta dúvida, serão usadas como moeda eleitoral, mais uma vez para a desgraça do povo de Campos!
Domingo, 20 de dezembro de 2009
Esclarecimentos do SEPE sobre a equiparação salarial dos pedagogos
Informativo – 17/12/2009
Vimos por meio deste, esclarecer, qualquer dúvida que ainda possa existir a respeito da criação dos cargos de Pedagogo e Pedagogo Supervisor, bem como da equiparação salarial destes profissionais.
Com base no processo administrativo nº 6390/08 (aberto pelo SEPE, solicitando equiparação à PMCG), confirmamos a validade da equiparação salarial, votada em 15/12/09, na Câmara Municipal de Vereadores, por unanimidade. Os efeitos práticos da equiparação se darão 30 dias após a publicação da Lei, segundo prevê o Plano Municipal de Educação.
Infelizmente, de forma tendenciosa, algumas questões políticas pretendem anular o alcance dessa conquista. Alguns argumentos estão sendo utilizados para desconsiderar essa vitória. Um deles, diz respeito à falta da criação do cargo para a validade da equiparação.
Cabe ressaltar que, no processo nº 6390/08, a Procuradoria do Município não menciona, em nenhum momento (sequer cogita), que a não regulamentação do cargo fosse algum impedimento para alcançar a equiparação. Isso pode ser conferido nos autos do processo, que estão à disposição, para dirimir possíveis dúvidas. A certidão de inteiro teor, original, emitida pela PMCG, com as cópias numeradas, carimbadas e rubricadas, estão no SEPE, pois este foi o autor do processo.
O único motivo alegado pela Procuradoria do Município, para o indeferimento da equiparação, no ano de 2008, foi exclusivamente pela questão eleitoral. No momento em que o processo chegou às mãos da Procuradoria, ela teve que se manifestar sobre a impossibilidade de atender à reivindicação da classe, pois estava no período vedado pela lei eleitoral. A Procuradoria reconheceu, contudo, que passando o período eleitoral, o Prefeito poderia deferir a equiparação.
No pronunciamento seguinte, a Procuradoria foi além, e disse que a autorização para revisão do Plano de Cargos, Carreira e Salários (PCCS) para a nossa equiparação, cabia exclusivamente ao Chefe do Executivo. No início do ano de 2009, o Chefe do Gabinete da Prefeita, assinou esse documento, dando ciência do parecer da Procuradoria.
Portanto, a inexistência da lei para regulamentação do cargo, não foi motivo de impedimento, em nenhum momento.
Não desconsideramos a importância da regulamentação do cargo. Todavia, não vemos a ausência do mesmo, como uma ameaça à equiparação. É o Executivo que deve enviar a lei à Câmara, para deliberar sobre a regulamentação do cargo.
Reafirmamos que a equiparação e a inclusão desses profissionais no Plano de Cargos, representam uma grande vitória: fruto de uma construção coletiva da classe, deste Sindicato, Conferência Municipal de Educação (CONAE), Conselho Municipal de Educação, com a aprovação da Câmara de Vereadores e Executivo Municipal.
Atenciosamente,
Claudiana Chagas de Souza
Diretora de Assuntos Educacionais – SEPE/Campos
Sandrelene Florentino Antunes
Diretora de Assuntos Educacionais – SEPE/Campos
Tania Mara Barrozo Faria
Diretora de Assuntos Municipais – SEPE/Campos
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES DA COORDENAÇÃO GERAL DO SEPE/CAMPOS
Este documento causa surpresa, primeiro pela data 17/12, segundo porque a Direção Colegiada do SEPE reuniu-se dia 18/12 entre 14 e 18 horas e muitos questionamentos foram feitos pela maioria dos diretores presentes aos que chegam a jurar que" vai dar tudo certo".
Em nome da transparência e do respeito à categoria, a maioria dos diretores do SEPE/CAMPOS tem motivos de sobra para tecer todas as críticas ao PCCS, que vai além da questão dos nossos colegas Pedagogos. De qualquer forma, um PCCS que traz grandes distorções e que carece de muitas emendas até chegar ao PCCS ideal, não deve ser referendado e aplaudido pelo SEPE, um sindicato de perfil combativo, independente de governos e patrões.
É bom que se esclareça que, das três colegas diretoras do SEPE/CAMPOS que assinaram o documento em defesa do PCCS , apenas uma esteve presente na reunião de direção do dia 18/12, e que a maioria dos diretores presentes não comungam da mesma opinião daqueles que com veemência defendem a posição do governo Rosinha em relação à educação.
Tivemos em Campos uma Conferência Municipal de Educação qualitativa, de onde foi construído um documento para o Plano Municipal de Educação. Só que o PME aprovado no dia 15/12, não foi exatamente fiel ao que foi discutido e aprovado na Conferência, pois o governo de forma autoritária promoveu alterações para que o Conselho Municipal aprovasse no dia 04/12 e posterior aprovação no dia 15/12 na Câmara.
Ora senhores! A posição do SEPE é uma só, regida pelo estatuto e sobretudo comprometida com a luta e defesa dos direitos da categoria.
Se alguma coisa mudou para alguns membros da direção do SEPE,deve ser a influência de 2010, em que deve haver uma grande aliança entre partidos em torno do projeto eleitoral do governo Lula. Isso sim, pode explicar o fato de um dos segmentos que estão hoje na direção do SEPE/CAMPOS, estar buscando o caminho da conciliação com o governo Rosinha.
Se esta conciliação entre eles servir para resolver o problema do Pedagogos, mesmo que de maneira torta, isso com certeza será positivo. Afinal essa deve ser a função e obrigação do governo e sua base. Entretanto, não podemos desprezar o que precisa ser feito para atender à toda a categoria. E nesse caso, serão necessárias que sejam apresentadas muitas emendas, que não resta dúvida, serão usadas como moeda eleitoral, mais uma vez para a desgraça do povo de Campos!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
ELEIÇÃO DIRETA PARA DIRETOR DE ESCOLA ,JÁ!!!
O SEPE defende eleições diretas para diretores de escola, por entender que a democracia deve iniciar pelo espaço escolar, onde pais, alunos e profissionais de educação devem escolher através do voto quem deverá administrar a escola .
A importância disso consiste, além do exercício da democracia, no fato de que que a comunidade escolar está apta para decidir quem melhor poderá corresponder aos seus anseios.
Mesmo porque a prática da indicação política por vereadores e outros, já comprovou seu fracasso, gerando descontentamento no espaço escolar, com agravante de que muitas dessas indicações sequer preenchem critérios mínimos para o exercício do cargo de diretor.
O PCCS aprovado na sessão da Câmara no dia 15/09 não contemplou esta reivindicação antiga da categoria, mesmo porque é uma proposta na qual o governo não tem interesse, nem os vereadores.
A esta blogueira não causou espanto o fato da vereadora Odisséia, ex-militante do SEPE, não ter se abalado diante disso, e dizer para quem quisesse ouvir, que aceitaria a situação,deixando de antemão uma solicitação ao Presidente da Câmara, que num prazo de dois anos o assunto deverá voltar a ser discutido naquela casa de leis.
Ora, meus caros!
Será que a vereadora Odisséia já está pensando em usar isso como moeda de troca da sua campanha eleitoral de 2012???
Se for isso, está explicado a passividade da vereadora diante da aprovação de um PCCS que não atende a expectativa da categoria, tampouco a luta histórica do SEPE.
O SEPE assumirá, a despeito de qualquer coisa, sua posição em defesa da ELEIÇÃO DIRETA PARA DIRETORES, JÁ !!!
NENHUM DIREITO À MENOS!!!
A importância disso consiste, além do exercício da democracia, no fato de que que a comunidade escolar está apta para decidir quem melhor poderá corresponder aos seus anseios.
Mesmo porque a prática da indicação política por vereadores e outros, já comprovou seu fracasso, gerando descontentamento no espaço escolar, com agravante de que muitas dessas indicações sequer preenchem critérios mínimos para o exercício do cargo de diretor.
O PCCS aprovado na sessão da Câmara no dia 15/09 não contemplou esta reivindicação antiga da categoria, mesmo porque é uma proposta na qual o governo não tem interesse, nem os vereadores.
A esta blogueira não causou espanto o fato da vereadora Odisséia, ex-militante do SEPE, não ter se abalado diante disso, e dizer para quem quisesse ouvir, que aceitaria a situação,deixando de antemão uma solicitação ao Presidente da Câmara, que num prazo de dois anos o assunto deverá voltar a ser discutido naquela casa de leis.
Ora, meus caros!
Será que a vereadora Odisséia já está pensando em usar isso como moeda de troca da sua campanha eleitoral de 2012???
Se for isso, está explicado a passividade da vereadora diante da aprovação de um PCCS que não atende a expectativa da categoria, tampouco a luta histórica do SEPE.
O SEPE assumirá, a despeito de qualquer coisa, sua posição em defesa da ELEIÇÃO DIRETA PARA DIRETORES, JÁ !!!
NENHUM DIREITO À MENOS!!!
CONFUSÂO DE PAPÉIS PODEM GERAR CRISE DE IDENTIDADE
No decorrer de nossas vidas desempenhamos vários papéis, no entanto devemos ter clareza quanto ao que cada um desses papéis exigem de nós e ter discernimento onde termina um e começa o outro.
Assim é também na política. A militância política nos coloca sempre a frente de determinadas tarefas, que não devem se confundir. Uma coisa é a militância sindical, onde se espera que cada qual seja inteiramente comprometido com a defesa dos direitos da classe trabalhadora. Outra coisa é a militância partidária, que norteia a linha das ações que se fazem necessárias e o posicionamento diante dos problemas da sociedade.
Muitas das vezes, a militância sindical proporciona ocupar cadeiras nos vários Conselhos criados pelo governo, onde vários movimentos sociais possuem assento, porém a maioria é ocupada por representantes do governo, influenciando todas as decisões.
Por isso, as representações sindicais precisam ter clareza do papel que deverão desempenhar, e mesmo que seja voto vencido, deixar claro a posição diante das questóes que se apresentam, sem nenhum tipo de conciliação com qualquer decisão que venha a ferir os interesses da instituição que representa.
Qualquer coisa diferente disso coloca em cheque o militante sindical, que deve pagar pelo ônus pela conciliação com a base governista em detrimento da defesa da categoria que representa.
Por isso, na qualidade de Coordenadora Geral do SEPE/CAMPOS, em respeito ao estatuto aprovado no CONGRESSO da categoria da educação, não compactuarei com posições pessoais de quaisquer diretor deste sindicato contrários aos anseios do conjunto dos profissionais de educação da rede municipal de Campos. O SEPE não assumirá o ônus por aqueles que aceitaram um PCCS que contraria tudo que defendemos nos 32 anos de existência do SEPE e especícamente 10 anos de negociação com o governo municipal para a construção de PCCS que respeita os direitos de todos da educação municipal.
NENHUM DIREITO À MENOS!!!
Assim é também na política. A militância política nos coloca sempre a frente de determinadas tarefas, que não devem se confundir. Uma coisa é a militância sindical, onde se espera que cada qual seja inteiramente comprometido com a defesa dos direitos da classe trabalhadora. Outra coisa é a militância partidária, que norteia a linha das ações que se fazem necessárias e o posicionamento diante dos problemas da sociedade.
Muitas das vezes, a militância sindical proporciona ocupar cadeiras nos vários Conselhos criados pelo governo, onde vários movimentos sociais possuem assento, porém a maioria é ocupada por representantes do governo, influenciando todas as decisões.
Por isso, as representações sindicais precisam ter clareza do papel que deverão desempenhar, e mesmo que seja voto vencido, deixar claro a posição diante das questóes que se apresentam, sem nenhum tipo de conciliação com qualquer decisão que venha a ferir os interesses da instituição que representa.
Qualquer coisa diferente disso coloca em cheque o militante sindical, que deve pagar pelo ônus pela conciliação com a base governista em detrimento da defesa da categoria que representa.
Por isso, na qualidade de Coordenadora Geral do SEPE/CAMPOS, em respeito ao estatuto aprovado no CONGRESSO da categoria da educação, não compactuarei com posições pessoais de quaisquer diretor deste sindicato contrários aos anseios do conjunto dos profissionais de educação da rede municipal de Campos. O SEPE não assumirá o ônus por aqueles que aceitaram um PCCS que contraria tudo que defendemos nos 32 anos de existência do SEPE e especícamente 10 anos de negociação com o governo municipal para a construção de PCCS que respeita os direitos de todos da educação municipal.
NENHUM DIREITO À MENOS!!!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
EVENTOS DE 15/12/2009 NA CÂMARA DOS VEREADORES:
Lamentável, mais uma vez se vê a Câmara com uma maioria governista sem conexão com os trabalhadores e uma oposição impotente e perdida. Parece que nosso município continuará a pagar um alto preço por isso. Lembro que nos últimos anos o SEPE fez várias tentativas de entendimento com as administrações municipais sobre o PCCS e as eleições de diretores de escola, sem sucesso. O povo campista ainda despertará para mudanças profundas e democracia não será mais usada como palavra vazia de mercado.
Venceremos!
Prof. Amaro Sérgio
Diretor do SEPE/CAMPOS
Venceremos!
Prof. Amaro Sérgio
Diretor do SEPE/CAMPOS
A CATEGORIA QUER SABER
Amiga Graciete
Só uma dúvida, o SEPE pensa que é um bom plano de educação municipal? E o plano de cargos e salários?
Abrs.
kauê
Caro colega
O SEPE não teve nenhuma participação na elaboração desse PCCS. Ele é muito ruim e a justificativa dos pelegos que o aprovaram por unanimidade é que se fossem apresentadas as emendas necessárias para atender as reivindicações da categoria inviabilizaria a sua aprovação. Nesse sentido, foi um verdadeiro rolo compressor.
Quanto ao Plano Municipal de Educação, é qualitativo pois foi um documento construído a partir de um amplo debate com a categoria, durante a CONAE municipal e intermunicipal.
No PME constam reivindicações da categoria , que se tivessem sido incorporadas ao PCCS, teria resolvido 90% dos problemas dos profissionais de educação do município de Campos dos Goytacazes.
Saudações
Graciete
Só uma dúvida, o SEPE pensa que é um bom plano de educação municipal? E o plano de cargos e salários?
Abrs.
kauê
Caro colega
O SEPE não teve nenhuma participação na elaboração desse PCCS. Ele é muito ruim e a justificativa dos pelegos que o aprovaram por unanimidade é que se fossem apresentadas as emendas necessárias para atender as reivindicações da categoria inviabilizaria a sua aprovação. Nesse sentido, foi um verdadeiro rolo compressor.
Quanto ao Plano Municipal de Educação, é qualitativo pois foi um documento construído a partir de um amplo debate com a categoria, durante a CONAE municipal e intermunicipal.
No PME constam reivindicações da categoria , que se tivessem sido incorporadas ao PCCS, teria resolvido 90% dos problemas dos profissionais de educação do município de Campos dos Goytacazes.
Saudações
Graciete
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
ESCLARECIMENTO
O SINDICATO ESTADUAL DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO(SEPE), É UM SINDICATO DE PERFIL COMBATIVO, QUE AO LONGO DOS SEUS TRINTA E DOIS ANOS(32) DE EXISTÊNCIA SE MANTÉM INDEPENDENTE DE GOVERNOS E PATRÕES, VOLTADO PARA A DEFESA DOS DIREITOS DOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO, TANTO DA REDE ESTADUAL COMO DE TODOS OS MUNICÍPIOS DE ÂMBITO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.
O SEPE É REGIDO POR ESTATUTO PRÓPRIO, APROVADO EM CONGRESSO DA CATEGORIA E CABE AOS DIRETORES PRESERVAR O NOME DA INSTITUIÇÃO E ESTATUTARIAMENTE ESTÃO IMPEDIDOS DE PARTIDARIZÁ-LA, SEM PREJUÍZO DA MILITÂNCIA POLÍTICA DE SEUS DIRETORES. FICANDO CLARO QUE O SEPE NÃO PODE ESTAR A SERVIÇO DE NENHUM PARTIDO POLÍTICO.
GRACIETE SANTANA
COORDENADORA GERAL DO SEPE/CAMPOS
O SEPE É REGIDO POR ESTATUTO PRÓPRIO, APROVADO EM CONGRESSO DA CATEGORIA E CABE AOS DIRETORES PRESERVAR O NOME DA INSTITUIÇÃO E ESTATUTARIAMENTE ESTÃO IMPEDIDOS DE PARTIDARIZÁ-LA, SEM PREJUÍZO DA MILITÂNCIA POLÍTICA DE SEUS DIRETORES. FICANDO CLARO QUE O SEPE NÃO PODE ESTAR A SERVIÇO DE NENHUM PARTIDO POLÍTICO.
GRACIETE SANTANA
COORDENADORA GERAL DO SEPE/CAMPOS
O SEPE NÃO FOI CONVIDADO PARA O DEBATE DO PCCS
Apesar da insistência do SEPE, há dez anos, para a elaboração do PCCS da rede municipal, a instituição que representa a categoria não participou da elaboração desse PCCS que deixou de fora os Pedagogos, que é obscuro em muitos pontos, que não tem organograma de funcionários administrativos, que não contempla a gestão democrática na escola,etc.
Tudo foi feito de cima, goela abaixo da categoria, no apagar das luzes do ano de 2009, para atender a uma exigência legal. E ainda tem vereador que não tem pudor em dizer que isso se deve a boa vontade da prefeita.
É bom que se diga que o PCCS foi aprovado por unanimidade, sobre a ameaça de que qualquer proposta de alteração colocaria em risco a sua aprovação. Pura pressão psicológica para conter a indignação da plenária.
Ficou claro o autoritarismo do governo, e da Casa das Leis, como repetiu várias vezes o Presidente da Câmara, que de democrática não tem nada.
A CATEGORIA vai cobrar deles o ÔNUS do descaso com a EDUCAÇÃO PÚBLICA em CAMPOS.
Tudo foi feito de cima, goela abaixo da categoria, no apagar das luzes do ano de 2009, para atender a uma exigência legal. E ainda tem vereador que não tem pudor em dizer que isso se deve a boa vontade da prefeita.
É bom que se diga que o PCCS foi aprovado por unanimidade, sobre a ameaça de que qualquer proposta de alteração colocaria em risco a sua aprovação. Pura pressão psicológica para conter a indignação da plenária.
Ficou claro o autoritarismo do governo, e da Casa das Leis, como repetiu várias vezes o Presidente da Câmara, que de democrática não tem nada.
A CATEGORIA vai cobrar deles o ÔNUS do descaso com a EDUCAÇÃO PÚBLICA em CAMPOS.
A PRESIDENTE DA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DA CÂMARA
A Presidente da Comissão de Educação da Câmara, D. Penha Martins não defende a educação.
COMO ASSIM???
Pois é. A Sra não economizou palavras para dizer que é contra a eleição direta para diretores de escola.
Quantos diretores será que ela indicou ???
COMO ASSIM???
Pois é. A Sra não economizou palavras para dizer que é contra a eleição direta para diretores de escola.
Quantos diretores será que ela indicou ???
A ATUAÇÃO DA VEREADORA ODISSÉIA NA CÂMARA É PÍFIA
Para quem sempre quis reivindicar para si o papel de defensora da categoria da educação, a vereadora Odisséia não foi feliz hoje em sua atuação na Câmara.
Acostumada a ganhar no grito, na hora de mostrar serviço no seu primeiro mandato,não está conseguindo convencer. Aliás, está incorporada das discussões débeis da casa de leis, sem nada a acrescentar.
Quem tinha alguma expectativa, hoje caiu na real.O discurso da vereadora na defesa do PCCS não passou de pura formalidade teatral diante da platéia ali presente. Foi duro ouvi-la dizer que tanto os vereadores da oposição quanto os da situação chegaram a um entendimento de que nenhuma emenda deveria ser apresentada para o PCCS a fim de garantir a eleição direta de diretores de escola para não atrapalhar a votação do PCCS.
A QUEM ELA PENSA QUE ENGANA???
Acostumada a ganhar no grito, na hora de mostrar serviço no seu primeiro mandato,não está conseguindo convencer. Aliás, está incorporada das discussões débeis da casa de leis, sem nada a acrescentar.
Quem tinha alguma expectativa, hoje caiu na real.O discurso da vereadora na defesa do PCCS não passou de pura formalidade teatral diante da platéia ali presente. Foi duro ouvi-la dizer que tanto os vereadores da oposição quanto os da situação chegaram a um entendimento de que nenhuma emenda deveria ser apresentada para o PCCS a fim de garantir a eleição direta de diretores de escola para não atrapalhar a votação do PCCS.
A QUEM ELA PENSA QUE ENGANA???
PEDAGOGOS FICAM DE FORA DO PLANO DE CARREIRA
A votação do Plano de Cargos e Salários da rede municipal deixou frustrados os PEDAGOGOS que estavam na expectativa de terem sua profissão reconhecida e serem inseridos no Plano, obtendo a equiparação salarial com os demais profissionais, ou seja com os Assistentes Sociais, Psicólogos, Psicopedagogos,etc.
Esta é uma luta de vários anos e na hora H eles não foram contemplados.
Nem a tentativa inflamada da vereadora Odisséia, inserida neste contexto, e que advogou em causa própria foi suficiente para que uma proposta de emenda pudesse ser apresentada para resolver de uma vez por todas este impasse.
Esta é uma luta de vários anos e na hora H eles não foram contemplados.
Nem a tentativa inflamada da vereadora Odisséia, inserida neste contexto, e que advogou em causa própria foi suficiente para que uma proposta de emenda pudesse ser apresentada para resolver de uma vez por todas este impasse.
SOBRE O PLANO DE CARREIRA DO MAGISTÉRIO
Graciete,
Os funcionários administrativos não foram contemplados com o plano???
Sei que o município de Campos é o que possui o maior número de servidores comissionados [ não estatutários] no Brasil. Não existe a figura do Inspetor, Merendeira, Secretária e Auxiliar de secretaria no organograma da Secretaria de Educação campista?
Paulo Kautscher
Caro Paulo
Suas observações sobre o PCCS são pertinentes. É inaceitável que os funcionários administrativos sejam tratados como sujeitos fantasmas dentro da educação de Campos. Primeiro, porque maioria é terceirizada, contrariando todo o clamor do SEPE por concurso público. Segundo, onde foram parar os auxiliares de secretaria concursados e os animadores culturais?
São distorções do PCCS díficeis para a Câmara, com todos os seus vereadores, explicar para a categoria. Esse ônus para a educação deverá ser cobrado na conta deles.
Saudações
Graciete
Os funcionários administrativos não foram contemplados com o plano???
Sei que o município de Campos é o que possui o maior número de servidores comissionados [ não estatutários] no Brasil. Não existe a figura do Inspetor, Merendeira, Secretária e Auxiliar de secretaria no organograma da Secretaria de Educação campista?
Paulo Kautscher
Caro Paulo
Suas observações sobre o PCCS são pertinentes. É inaceitável que os funcionários administrativos sejam tratados como sujeitos fantasmas dentro da educação de Campos. Primeiro, porque maioria é terceirizada, contrariando todo o clamor do SEPE por concurso público. Segundo, onde foram parar os auxiliares de secretaria concursados e os animadores culturais?
São distorções do PCCS díficeis para a Câmara, com todos os seus vereadores, explicar para a categoria. Esse ônus para a educação deverá ser cobrado na conta deles.
Saudações
Graciete
CONSIDERAÇÕES SOBRE O PCCS DO MUNICÍPIO DE CAMPOS
Respondendo à Carol
As suas intervenções são pertinentes. No intuito de esclareder alguns aspectos do PCCS quero adiantar-lhe que se há uma conquista em relação a ele, ela se restringe a sua aprovação, já que o plano como foi feito não atende as expectativas da categoria, no entanto não tê-lo é pior. Se aprovado, daremos ínicio à uma outra luta para modificá-lo. Pode parecer absurdo, mais a dura realidade de governos municipais descolados do compromisso com a educação pública de qualidade é essa.
Na verdade, o governo não permitiu que nos debruçássemos numa discussão aprofundada desse plano. Ele foi discutido no CME e por nós(SEPE) superficialmente, portanto ele está aquém do que pretendíamos, não é o ideal, mais a situação é pegar ou largar.
Resta-nos a esperança de termos uma boa mobilização na plenária da Câmara de Vereadores no dia de hoje, e poder contar com possíveis emendas a serem apresentadas por alguns dos vereadores, se é que podemos contar verdadeiramento com algum deles. De blá-blá-blá estamos cheios.
A discussão ampla deveria passar conjuntamente pelo SEPE, Conselho Municipal de Educação e Comissão de Educação da Câmara de Vereadores para ser apresentada ao governo,no entanto , isso não aconteceu porque o governo quer aprovar o Plano do Magistério de uma forma conveniente à eles, e não com o avanço da luta da categoria.
Quanto a eleição de diretores de escolas, possivelmente esse será um dos poucos avanços, já que a comunidade escolar deve escolher de maneira democrática o seu gestor. Concurso público específico para diretores não seria a solução para esta questão. Já temos exemplos mal sucedidos desta prática em São Paulo.
Outra ponto que não está comtemplado neste Plano de Carreira é o adicional de difícil acesso, para quem trabalha no campo, aliás, as escolas do campo são preteridas em tudo. O único olhar que o governo destina à elas é o desejo recorrente de eliminá-las, fechando uma a uma.
Tem a ainda a questão da progressão por formação e tempo de serviço que o governo quer contemplar apenas uma forma da progressão e isso deixa o plano literalmente capenga, Defendemos que as duas formas de progressão sejam contempladas, sem a sujeição de quaisquer tipo de avaliação. Essa coisa de atrelar avaliação a gratificação já está comprovado o fracasso com o exemplo do Nova Escola(esmola?) da rede estadual,que finalmente conseguimos extinguir após muitos anos de luta e balas de borracha em frente à ALERJ.
Esses são apenas algumas considerações rápidas sobre o Plano de Cargos e Salários do Magistério, que será votado hoje, á partir da 15 horas na Câmara de Vereadores de Campos.
TODOS LÁ!
As suas intervenções são pertinentes. No intuito de esclareder alguns aspectos do PCCS quero adiantar-lhe que se há uma conquista em relação a ele, ela se restringe a sua aprovação, já que o plano como foi feito não atende as expectativas da categoria, no entanto não tê-lo é pior. Se aprovado, daremos ínicio à uma outra luta para modificá-lo. Pode parecer absurdo, mais a dura realidade de governos municipais descolados do compromisso com a educação pública de qualidade é essa.
Na verdade, o governo não permitiu que nos debruçássemos numa discussão aprofundada desse plano. Ele foi discutido no CME e por nós(SEPE) superficialmente, portanto ele está aquém do que pretendíamos, não é o ideal, mais a situação é pegar ou largar.
Resta-nos a esperança de termos uma boa mobilização na plenária da Câmara de Vereadores no dia de hoje, e poder contar com possíveis emendas a serem apresentadas por alguns dos vereadores, se é que podemos contar verdadeiramento com algum deles. De blá-blá-blá estamos cheios.
A discussão ampla deveria passar conjuntamente pelo SEPE, Conselho Municipal de Educação e Comissão de Educação da Câmara de Vereadores para ser apresentada ao governo,no entanto , isso não aconteceu porque o governo quer aprovar o Plano do Magistério de uma forma conveniente à eles, e não com o avanço da luta da categoria.
Quanto a eleição de diretores de escolas, possivelmente esse será um dos poucos avanços, já que a comunidade escolar deve escolher de maneira democrática o seu gestor. Concurso público específico para diretores não seria a solução para esta questão. Já temos exemplos mal sucedidos desta prática em São Paulo.
Outra ponto que não está comtemplado neste Plano de Carreira é o adicional de difícil acesso, para quem trabalha no campo, aliás, as escolas do campo são preteridas em tudo. O único olhar que o governo destina à elas é o desejo recorrente de eliminá-las, fechando uma a uma.
Tem a ainda a questão da progressão por formação e tempo de serviço que o governo quer contemplar apenas uma forma da progressão e isso deixa o plano literalmente capenga, Defendemos que as duas formas de progressão sejam contempladas, sem a sujeição de quaisquer tipo de avaliação. Essa coisa de atrelar avaliação a gratificação já está comprovado o fracasso com o exemplo do Nova Escola(esmola?) da rede estadual,que finalmente conseguimos extinguir após muitos anos de luta e balas de borracha em frente à ALERJ.
Esses são apenas algumas considerações rápidas sobre o Plano de Cargos e Salários do Magistério, que será votado hoje, á partir da 15 horas na Câmara de Vereadores de Campos.
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